terça-feira, 26 de julho de 2011

Top Sales This Week in Chicago

The Heshima Kenya 2011 Fashion Challenge features creations by Chicago designers, each using one scarf from the Maisha Collective, on Tuesday, July 26, from 6 to 9 p.m., at Aérée Loft Room 1520 (1520 W. Fulton St.). Tickets, available at heshimafashionchallenge.com, are $50 for drinks and appetizers, or $120 for VIP seating, goodie bag, and a pair of Melissa Shoes. Event proceeds go to the Maisha Collective (heshimakenya.org).

Take 50 to 75 percent off clothing, shoes, jewelry, home décor, and more during the Highland Park Sidewalk Sale (847-432-0284, chamberhp.com) Thursday, July 28, through Saturday, July 30. Located on Central Avenue from Green Bay Road to Sheridan Road in Highland Park, shoppers can enter to win prizes from the neighborhood raffle.

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Irmãos Campana - retrospectiva de 20 anos em Brasília

Cesta de bambu para loja de departamento, cadeira de corda fabricada na Itália ou sandálias de plástico. Concepções diferentes para públicos muito distintos, as peças pontuaram a trajetória dos irmãos Campana nas últimas duas décadas.

"Vermelha", a tal cadeira, pode ter sido fundamental na projeção internacional dos irmãos - ou "fratelli", "brothers", "frères", segundo o idioma em que se fale deles. Mas foi a sandália Melissa que fez a dupla popular. Algo como um "menudo" ou "Ricky Martin do design", no dizer de Fernando Campana.

Fernando, 50, falou à reportagem sobre a exposição "Anticorpos", que os irmãos inauguram hoje em Brasília, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), e que ele considera a mais "audaciosa e profunda" sobre a obra que faz com Humberto, 58.

Depois de Brasília, a mostra "Anticorpos" rodará o país, acrescida de novos objetos quando chegar a São Paulo (em novembro, segundo a previsão do CCBB) e ao Rio de Janeiro (em fevereiro de 2012).

A retrospectiva, nascida no museu alemão Vitra (...), abarca as principais peças produzidas entre 1989 e 2009, além de um ou outro trabalho posterior. Na mostra, estão a famosa "Vermelha" e a cadeira de onde foi originada, apelidada de "Três em Um", bem como a macia poltrona de pelúcias e a árida "Favela". Há ainda uma seção para a colorida coleção "Sushi".

Na continuação da entrevista, Fernando Campana defende a manutenção das raízes culturais brasileiras. "Não sou nada contra a entrada [de marcas estrangeiras]", diz. Mas pondera: "A gente tem que se atualizar, mas também não pode deixar os valores".

Ele fala também sobre a ausência dos Campana na mais alta representação política do país: o Palácio do Planalto.

Como o jeito de produzir hoje difere do dos anos 90?

Fernando Campana - É menos ansiedade, maior vocabulário de ideias, soluções e também conceituação de produto, sem tanta ansiedade de colocar três ideias numa cadeira só, como foi o que gerou a "Vermelha".

O que o atrai mais na mostra?

O bacana é que ela não fala só do produto, do objeto pronto, mas também do percurso para chegar àquele objeto. E, às vezes, nem mostra o objeto pronto no final.

Fala-se muito que no seu trabalho a influência brasileira que aparece é a de um país em desenvolvimento que reaproveita materiais.

Exatamente. O Brasil ainda conserva aquela parcela frágil que não foi afetada pela globalização. Digo parcela social, estética e cultural. Tenho medo de que o Brasil vire Hong Kong.

Sempre se comenta o maior reconhecimento do design no exterior. É simbólico disso a exposição começar...

Fora do Brasil [risos]. O Tadeu Chiarelli fez uma super [mostra], mas não era sobre a nossa história, era o diálogo do design com a arte e a arte com o design, no MAM [São Paulo, 2000]. Houve outras, não tão audaciosas e profundas.

Já se discutiu ter mobiliário estrangeiro no Palácio do Planalto. O design brasileiro dos anos 60 e 70 prevaleceu. Priorizar peças contemporâneas do país não é a opção natural?

É, acho engraçado. A cadeira "Favela" teve seu protótipo em 1990. Só em 2003 a [firma italiana] Edra quis produzir. Mas o diretor de arte queria que fosse o trono do Lula [risos]. Ele fez questão de que fosse feita no Brasil, numa favela. Na época, não havia programas comunitários.

Vocês não têm nada lá?

Não. É bom falar, vamos ver se já levam agora da exposição. Ficaria contente, Brasília foi superimportante na estética do que eu faço hoje.


Pensando no mercado brasileiro, que força tem a Melissa?

É o que nos fez ser mais conhecidos pelo público jovem. É incrível, Melissa tem até fã-clube. Fazem altar, coleção na parede. Quando foi lançada [a sandália], falei: "Gente, eu me sinto um menudo! O Ricky Martin do design!".

ANTICORPOS - FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA - 1989-2009
QUANDO abertura hoje, às 9h; de ter. a dom., das 9h às 21h; até 25 de setembro
ONDE CCBB de Brasília (Setor de Clubes Esportivos Sul, trecho 2, conjunto 22, tel. 0/xx/61/3108-7038)
QUANTO grátis

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domingo, 24 de julho de 2011

Como desgraçar uma Melissa

Pegue uma Fontessa novinha:


Se inspire em criações bem sucedidas, no caso a customização LINDA feita pela Thaina do Get the Look e que agora é da Ana do Múltiplos Eus:


Separe um monte de material para craft, tesoura e cola e ponha a mão na massa:


E por algum motivo desconhecido, transforme a Melissa nessa coisa disforme:


Fonte das fotos

Sin + J. Maskrey e Zaha Hadid em promoção

Novamente a Yoox, sempre ela, vem alegrar os corações das Melisseiras. Pra quem gosta de modelos antigos com preços camaradas, essa loja é a escolha certa! Dessa vez temos:

- Zaha Hadid por 98 dólares

- Sin + J. Maskrey por 49 dólares

- Night Galactic por 59 dólares

E pra deixar as coisas ainda melhores, o cupom summertemptations@yoox dá 10% de desconto + frete grátis até amanhã, dia 25/07/11!

sábado, 23 de julho de 2011

M:Zero em novas cores

M:Zero com acabamento craquelado! Bapho!


Há um ano, a Melissa foi reinventada para os homens na marca M:Zero. Os sapatos de plástico masculinos que foram lançados em uma revolução de estilo, e foram parar nos pés de Harry Potter, ganham novas cores para o verão 2012: camelo, preto e off white com aspecto marmorizado.

Os modelos custam R$120 e estão à venda no site da marca [as cores novas ainda não estão disponíveis] e em diversos pontos, como Galeria Melissa, Surface to Air e Cartel Zero Onze, em São Paulo. Também no Rio de Janeiro, nas lojas da Reserva, na Convexo, em Porto Alegre, na JEF, em Fortaleza, e na Black Boots, em Belo Horizonte.

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domingo, 17 de julho de 2011

Cores da Lady Dragon + Jason Wu

Fotos reais da LD, quem quer?


Achei chique, linda, mas a cartela é tão fraquinha... =/

Fonte da foto

sábado, 9 de julho de 2011

Cores da Ultra + Jason Wu

Eu não sei vocês, mas eu achei a nova parceria da Melissa muito legal. Os dois modelos clássicos receberam detalhes fofos: a Ultra ficou uma graça com o lacinho e a coruja (FINALMENTE uma coruja sem aquela cara medonha de bicho do apocalipse) e a LD ficou muito charmosa com aquele laço metálico!

Agora que tal ver fotos das outras cores da Ultra Jason Wu??? =)


UPDATE 10/07/11: Sabiam que Jason Wu é o primeiro colaborador americano da Melissa?

Fonte das fotos