Começou hoje a venda online dos 3 modelos do projeto Melissa Academy: Duck, Metamorphose e Eclosion.
Eu não gostei de nenhuma a ponto de comprar, achei a cartela de cores muitíssimo fraca e gostei menos ainda dos preços. A mais simpatiquinha na minha opinião é a Eclosion, mas nunca na vida eu daria 120 reais num chinelo. Por mais que eu esteja viciada em Melissas, esses modelos-conceito são muito conceituais pra mim, nunca gosto de nada. Meu bolso agradece!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Destination: Brazil
Destino: Brasil! Um evento comprístico promovido pela HSN que traz para as terras gringas um pedacinho do Brasil através de produtos brasileiros ou com inspiração brasileira. Claro que a Melissa não podia ficar de fora dessa, certo? Errado... A Melissa não está representada, quem veio foi a Mel... A matéria é do Los Angeles Times e do site da HSN.
LA Times: HSN takes shoppers to Brazil
Shopping the world from the comfort of your couch -- isn't that the idea behind home shopping networks? Well, HSN is really making it happen with the launch of a new 24-hour "Destination Series," beginning Friday with a trip to Brazil.
The show features clothing and accessories inspired by Brazil and from Brazilian labels. Longtime HSN star Carlos Falchi helped curate the collection and designed several handbags inspired by his homeland, including a flap-style bag with a patchwork leather palm tree and bird design on the front ($449). HSN has collaborated with Havaianas on exclusive flip-slop styles ($22), and will offer jelly shoes from Mel, a diffusion line from Melissa, including a peep-toe with butterfly details ($40). And HSN's Stefani Greenfield is serving up colorful boho halter dresses and peasant tops in the spirit of Carnival.
The show also features the Project Amazon line of jewelry made by local artisans with natural materials found on the jungle floor, such as the 12-row morototo bead necklace ($119.95), as well as Brazilian churrasco knives, coffee and beauty products. It's a fun mix, though I wish there were some more cutting-edge items -- in other words, real fashion finds.
The show will be "part travelogue of the sights and sounds of Brazil, and part products and personalities," says HSN CEO Mindy Grossman. In September, HSN is planning to host the second installment of the series in Britain.
HSN: Travel with Us and Discover the Hidden Gems of Brazil
Imagine you get told that you “have to go to Brazil” for work?! Well, that is what I was told this past January along with Chris Nicola our VP of all things fabulous in Home and Special Projects.
Chris and I got to go on an incredible journey to Rio de Janeiro during Brazil’s Fashion Week. We went with the mission of bringing back exciting new brands for the launch of our new HSN Destination series, where we’ll be taking you around the world, and our first destination is Brazil on May 20th! (...)
After our long trip back to HSN, we are finally about to bring the event to you! We have an incredible day planned featuring one of the most fantastic Brazilians himself, Carlos Falchi! Wait until you see his gorgeous allover snakeskin bags! The colors are straight from Brazil.
(...)
So join us May 20th – We will have food, fashion, and beauty that will transport you halfway across the globe! And make sure your passport is up to date, because Brazil is only our first destination. Look out for information about our next destination trip planned for September.
Where in the world would you like to go?
LA Times: HSN takes shoppers to Brazil
Shopping the world from the comfort of your couch -- isn't that the idea behind home shopping networks? Well, HSN is really making it happen with the launch of a new 24-hour "Destination Series," beginning Friday with a trip to Brazil.
The show features clothing and accessories inspired by Brazil and from Brazilian labels. Longtime HSN star Carlos Falchi helped curate the collection and designed several handbags inspired by his homeland, including a flap-style bag with a patchwork leather palm tree and bird design on the front ($449). HSN has collaborated with Havaianas on exclusive flip-slop styles ($22), and will offer jelly shoes from Mel, a diffusion line from Melissa, including a peep-toe with butterfly details ($40). And HSN's Stefani Greenfield is serving up colorful boho halter dresses and peasant tops in the spirit of Carnival.
The show also features the Project Amazon line of jewelry made by local artisans with natural materials found on the jungle floor, such as the 12-row morototo bead necklace ($119.95), as well as Brazilian churrasco knives, coffee and beauty products. It's a fun mix, though I wish there were some more cutting-edge items -- in other words, real fashion finds.
The show will be "part travelogue of the sights and sounds of Brazil, and part products and personalities," says HSN CEO Mindy Grossman. In September, HSN is planning to host the second installment of the series in Britain.
HSN: Travel with Us and Discover the Hidden Gems of Brazil
Imagine you get told that you “have to go to Brazil” for work?! Well, that is what I was told this past January along with Chris Nicola our VP of all things fabulous in Home and Special Projects.
Chris and I got to go on an incredible journey to Rio de Janeiro during Brazil’s Fashion Week. We went with the mission of bringing back exciting new brands for the launch of our new HSN Destination series, where we’ll be taking you around the world, and our first destination is Brazil on May 20th! (...)
After our long trip back to HSN, we are finally about to bring the event to you! We have an incredible day planned featuring one of the most fantastic Brazilians himself, Carlos Falchi! Wait until you see his gorgeous allover snakeskin bags! The colors are straight from Brazil.
(...)
So join us May 20th – We will have food, fashion, and beauty that will transport you halfway across the globe! And make sure your passport is up to date, because Brazil is only our first destination. Look out for information about our next destination trip planned for September.
Where in the world would you like to go?
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Notícias sobre os modelos do Melissa Academy
Esse post é especial para Lucila do blog Pilchero, que queria saber quando a Melissa do pato começaria a ser vendida! =)
Lucila, a Tamy do Look Melissa colocou hoje no ar um post sobre os modelos do projeto Melissa Academy. Em resumo, é o seguinte:
- Os três modelos serão vendidos com exclusividade na Galeria Melissa em São Paulo e na loja online da Melissa.
- A Galeria Melissa já tem os modelos disponíveis em edição bastante limitada e as vendas na loja online começam em breve.
- A Duck vem em bege e dourado, a Metamorphose vem em preto e azul e a Eclosion vem em azul e dourado.
- A Duck e a Metamorphose custam R$ 199,90 e a Eclosion custa R$ 119,90.
- UPDATE 16/05/11:Elas não virão A Duck não virá no tamanho 33/34.
Lucila, a Tamy do Look Melissa colocou hoje no ar um post sobre os modelos do projeto Melissa Academy. Em resumo, é o seguinte:
- Os três modelos serão vendidos com exclusividade na Galeria Melissa em São Paulo e na loja online da Melissa.
- A Galeria Melissa já tem os modelos disponíveis em edição bastante limitada e as vendas na loja online começam em breve.
- A Duck vem em bege e dourado, a Metamorphose vem em preto e azul e a Eclosion vem em azul e dourado.
- A Duck e a Metamorphose custam R$ 199,90 e a Eclosion custa R$ 119,90.
- UPDATE 16/05/11:
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Coral Et Circenses
"Mas Sandra, a Coral não é da Et Circenses!". É pipou, eu sei, mas a minha Coral foi customizada e agora ela está com a cara da Et Circenses! :o)
Essa Coral é um número menor do que o meu, ou seja, é 33/34. Essa é a única Melissa que eu tenho que é menor do que o meu pé e eu me arrependi móinto de ter comprado assim (note to self: nunca mais na vida comprar Melissas menores, usar palmilha se for preciso). Na época muita gente falava que a Coral era molengona, que ficava saindo do pé, que tinha de ser um número menor. Mas em mim a Coral menor ficou apertadíssima-íssima-íssima e não dava pra usar de jeito nenhum. Então eu resolvi usar a técnica do secador e funcionou super bem! O plástico cedeu, a Melissa aumentou um número - virou 35 (!) - e agora cabe sem problemas no meu pé. O porém (tem sempre um porém) é que ela esticou por igual, inclusive o peep toe, que virou um peep toezão enooorme!
Eu implico desde sempre com peep toe, nãogostonãogostonãogosto e pronto, e quando é grande então, eu tenho uma raiva danada. Todas as vezes que eu usava a Coral eu ficava olhando para o meu dedão quase escapulindo pelo peep toe e me dava uma agonia horrível. Coisa mais feia aquele buraco ali na ponta do sapato sem ter nem quê nem pra quê! Coloquei na cabeça que tinha de fechar aquilo de um jeito ou de outro. Foi então que passeando descompromissadamente pelo site Oriental Trading eu vi uns enfeites para lápis que me deram a ideia que eu estava precisando!
A loja até tem uns pompons maiores, mas eu achei que esse tamanho estava bom para a frente curtinha da Coral. Comprei o kit acima que vem com 6 pares e custa 6 dólares. A encomenda chegou ontem e eu fiquei bem feliz ao constatar que os pompons são de plástico molinho e bem gostosinho de apertar. Eu estava tão decidida a fechar de vez o peep toe da Coral que fiz uma coisa que nunca faço nas minhas Melissas: customizar de forma permanente usando cola Super Bonder. Minhas customizações são sempre removíveis: adesivos, fitas, Jibbitz, tudo bem simples e prático. Mas não consegui pensar em nada assim que resolvesse o problema da Coral, então parti para a cola mesmo.
A princípio a ideia era usar só um pompom e na cor verde, que tem um tom mais ou menos parecido com o da Melissa. Mas aí eu comecei a brincar de misturar as outras cores, que são em sua maioria lindas (com exceção do laranja que é bem esquisito), e adorei a combinação do amarelo neon com o vermelho e com o verde da Melissa. Pronto, estava resolvido! Minha Coral palhacinha teria dois pompons ao invés de um! \o/
Depois de muito medir pra lá e pra cá, comecei a experimentar diversas formas de prender os pompons no trançado da Coral. O que funcionou melhor e deu mais firmeza foi colar os pompons em um pedacinho de fita de cetim (usei a que tinha na hora, roxa, pois não ia ficar aparente) e então colar a fita na Melissa, respirando fundo 10 vezes antes de apertar a bisnaga. Foi difícil criar coragem para pingar não uma, mas TRÊS gotas de Super Bonder em cada pé. Micro-mini-gotículas, é verdade, mas mesmo assim deu aquele medo maior do que o mundo de errar e não ter como consertar!
Essa Coral é um número menor do que o meu, ou seja, é 33/34. Essa é a única Melissa que eu tenho que é menor do que o meu pé e eu me arrependi móinto de ter comprado assim (note to self: nunca mais na vida comprar Melissas menores, usar palmilha se for preciso). Na época muita gente falava que a Coral era molengona, que ficava saindo do pé, que tinha de ser um número menor. Mas em mim a Coral menor ficou apertadíssima-íssima-íssima e não dava pra usar de jeito nenhum. Então eu resolvi usar a técnica do secador e funcionou super bem! O plástico cedeu, a Melissa aumentou um número - virou 35 (!) - e agora cabe sem problemas no meu pé. O porém (tem sempre um porém) é que ela esticou por igual, inclusive o peep toe, que virou um peep toezão enooorme!
Eu implico desde sempre com peep toe, nãogostonãogostonãogosto e pronto, e quando é grande então, eu tenho uma raiva danada. Todas as vezes que eu usava a Coral eu ficava olhando para o meu dedão quase escapulindo pelo peep toe e me dava uma agonia horrível. Coisa mais feia aquele buraco ali na ponta do sapato sem ter nem quê nem pra quê! Coloquei na cabeça que tinha de fechar aquilo de um jeito ou de outro. Foi então que passeando descompromissadamente pelo site Oriental Trading eu vi uns enfeites para lápis que me deram a ideia que eu estava precisando!
A loja até tem uns pompons maiores, mas eu achei que esse tamanho estava bom para a frente curtinha da Coral. Comprei o kit acima que vem com 6 pares e custa 6 dólares. A encomenda chegou ontem e eu fiquei bem feliz ao constatar que os pompons são de plástico molinho e bem gostosinho de apertar. Eu estava tão decidida a fechar de vez o peep toe da Coral que fiz uma coisa que nunca faço nas minhas Melissas: customizar de forma permanente usando cola Super Bonder. Minhas customizações são sempre removíveis: adesivos, fitas, Jibbitz, tudo bem simples e prático. Mas não consegui pensar em nada assim que resolvesse o problema da Coral, então parti para a cola mesmo.
A princípio a ideia era usar só um pompom e na cor verde, que tem um tom mais ou menos parecido com o da Melissa. Mas aí eu comecei a brincar de misturar as outras cores, que são em sua maioria lindas (com exceção do laranja que é bem esquisito), e adorei a combinação do amarelo neon com o vermelho e com o verde da Melissa. Pronto, estava resolvido! Minha Coral palhacinha teria dois pompons ao invés de um! \o/
Depois de muito medir pra lá e pra cá, comecei a experimentar diversas formas de prender os pompons no trançado da Coral. O que funcionou melhor e deu mais firmeza foi colar os pompons em um pedacinho de fita de cetim (usei a que tinha na hora, roxa, pois não ia ficar aparente) e então colar a fita na Melissa, respirando fundo 10 vezes antes de apertar a bisnaga. Foi difícil criar coragem para pingar não uma, mas TRÊS gotas de Super Bonder em cada pé. Micro-mini-gotículas, é verdade, mas mesmo assim deu aquele medo maior do que o mundo de errar e não ter como consertar!
Agora posso falar? A-D-O-R-E-I O RESULTADO!!!!
Melissas na Ideeli
A venda começou hoje, mas infelizmente eu só vi agora e já acabou muita coisa. Tem aqueles mesmos modelos de sempre e alguns difíceis de aparecer, como a Love Li, a Hello e a Sugar. Tem também a Ultra Leopard e as duas cores da Ultra Lace, assim como modelos mais novos como a Hoop do laço e a Troupe.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Preparado pra ter um M:Zero?
Eu sempre gosto de ler a opinião dos homens sobre os M:Zero. Eu fui louca o suficiente para comprar um par para o meu tradicionalíssimo marido e por muito tempo o sapato ficou escanteado. Mas eu insisti um bocado e ele terminou usando umas duas vezes nesses últimos 6 meses. Já é alguma coisa...
Um conhecido meu que mora no Brasil adorou os M:Zero e usava o dele com frequência, até que após poucos meses o sapato RASGOU!!! Eu pedi umas fotos, se ele mandar eu mostro aqui pra vocês. A matéria abaixo eu achei aqui.
Ontem [19/07/2010] fui apresentado pelo nosso fashion king (aka Lula Rodrigues) ao modelo masculino da linha Melissa, o M.Zero (que ele ganhou direto do designer, ser fino é isso). Tenho duas irmãs mais novas, então me lembro perfeitamente daquele cheiro de borracha-com-morango que as Melissas tem. Na casa do Lula finalmente eu pude ver, experimentar e cheirar o novo modelo lançado pela grendene, e eu acho que vai ser hit!
O M.Zero vai pro mercado com dois modelos na faixa de 200 reais cada. A idéia da Melissa (visitei o stand deles durante a cobertura do Fashion Rio, e conversei rapidinho com o designer responsável pelo modelo) era criar algo novo e moderno sem chocar o público masculino. E isso pode ser visto direitinho pelo modelo, no cuidado com o formato clássico do Oxdord e do Mocassim que foram os dois modelos que eles decidiram usar.
De longe um M.Zero pode facilmente se passar por um sapato normal, mas a diferença dele é sem dúvida o brilho das versões coloridas e o conforto de um modelo de borracha. O M.Zero é uma boa solução pros modernos e um alternativa ousada e confortável pros mais comportados. Além de ser desenvolvido de maneira sustentável e não poluente; fatores essenciais a uma peça de qualidade para consumidores conscientes!
Os detalhes do M.Zero tambem são muito legais, desde a sola com a marca (que eu achei bem f*dinha, inspirada em um botão e brasões samurai) [ãn??? cadê, onde??? alguém me mostra os brasões samurais que eu não consegui ver até agora???] até o capricho para o maior conforto do pé. É um modelo de borracha, então a transpiração precisa acontecer, daí os furinhos na lateral. O Oxdord parece ser um pouquinho mais folgado que o normal, calço 41 e provei um 40 que me serviu perfeitamente [pro meu marido eu comprei o oxford no número dele mesmo, 40]. As vendas vão acontecer pelo site do M.ZERO, visitem para ver o modelo mocassim e as cores disponíveis.
Resumindo: o M.Zero é confortável, acessível, moderno (tem SIM cheirinho de borracha-com-morango, haha) e vai vir em dois modelos clássicos com um dezena de cores e texturas cada. Vai ser modinha no pé dos fashionistas e drama na minha conta-bancária. E você vai usar um Melisso ou não?
Um conhecido meu que mora no Brasil adorou os M:Zero e usava o dele com frequência, até que após poucos meses o sapato RASGOU!!! Eu pedi umas fotos, se ele mandar eu mostro aqui pra vocês. A matéria abaixo eu achei aqui.
Ontem [19/07/2010] fui apresentado pelo nosso fashion king (aka Lula Rodrigues) ao modelo masculino da linha Melissa, o M.Zero (que ele ganhou direto do designer, ser fino é isso). Tenho duas irmãs mais novas, então me lembro perfeitamente daquele cheiro de borracha-com-morango que as Melissas tem. Na casa do Lula finalmente eu pude ver, experimentar e cheirar o novo modelo lançado pela grendene, e eu acho que vai ser hit!
O M.Zero vai pro mercado com dois modelos na faixa de 200 reais cada. A idéia da Melissa (visitei o stand deles durante a cobertura do Fashion Rio, e conversei rapidinho com o designer responsável pelo modelo) era criar algo novo e moderno sem chocar o público masculino. E isso pode ser visto direitinho pelo modelo, no cuidado com o formato clássico do Oxdord e do Mocassim que foram os dois modelos que eles decidiram usar.
De longe um M.Zero pode facilmente se passar por um sapato normal, mas a diferença dele é sem dúvida o brilho das versões coloridas e o conforto de um modelo de borracha. O M.Zero é uma boa solução pros modernos e um alternativa ousada e confortável pros mais comportados. Além de ser desenvolvido de maneira sustentável e não poluente; fatores essenciais a uma peça de qualidade para consumidores conscientes!
Os detalhes do M.Zero tambem são muito legais, desde a sola com a marca (que eu achei bem f*dinha, inspirada em um botão e brasões samurai) [ãn??? cadê, onde??? alguém me mostra os brasões samurais que eu não consegui ver até agora???] até o capricho para o maior conforto do pé. É um modelo de borracha, então a transpiração precisa acontecer, daí os furinhos na lateral. O Oxdord parece ser um pouquinho mais folgado que o normal, calço 41 e provei um 40 que me serviu perfeitamente [pro meu marido eu comprei o oxford no número dele mesmo, 40]. As vendas vão acontecer pelo site do M.ZERO, visitem para ver o modelo mocassim e as cores disponíveis.
Resumindo: o M.Zero é confortável, acessível, moderno (tem SIM cheirinho de borracha-com-morango, haha) e vai vir em dois modelos clássicos com um dezena de cores e texturas cada. Vai ser modinha no pé dos fashionistas e drama na minha conta-bancária. E você vai usar um Melisso ou não?
Com o vento contra
Matéria da Época Negócios.
As sandálias Havaianas e Melissa calçam mulheres e homens em mais de 80 países. Suas fabricantes, Alpargatas e Grendene, superaram faz tempo o desafio de conquistar clientes lá fora. Difícil, para elas, é manter a rentabilidade das exportações com um real que insiste em se fortalecer mês após mês. Como se sabe, a valorização da moeda nacional – nada menos que 36,8% entre dezembro de 2005 e dezembro de 2010 – torna os produtos brasileiros mais caros e, portanto, menos competitivos no mercado externo. De modo geral, a indústria calçadista é uma das que mais têm sentido o golpe do câmbio. O polo de Franca, no interior de São Paulo, que chegou a exportar 15 milhões de pares de sapatos por ano na década passada, vendeu só 3,4 milhões de pares no exterior em 2010. Cerca de 1,8 mil empresas brasileiras dos mais diversos ramos já desistiram de clientes estrangeiros. Diversos setores registram déficits comerciais históricos. O de eletroeletrônicos fechou negativo em US$ 27,3 bilhões no ano passado.
Neste cenário, Alpargatas e Grendene têm demonstrado resiliência notável para enfrentar uma combinação indigesta de ameaças – alta dos custos de matérias-primas e forte competição com fabricantes de outros países, dentro e fora do Brasil – sem abrir mão das posições conquistadas lá fora. Suas estratégias têm semelhanças e diferenças, mas trazem lições para qualquer exportador brasileiro. A começar pela atitude. “O real valorizado sempre atrapalha, mas buscamos alternativas. Se a empresa tem competência, ela se diferencia”, afirma Márcio Utsch, presidente da Alpargatas. A companhia optou por um reposicionamento da marca Havaianas nos Estados Unidos e na Europa. Ela ficou mais cara, o que significa maiores margens e menos competição com similares chinesas – à custa de muito investimento em marketing, direcionado para revistas, feiras e pontos de venda. O par de sandálias encareceu 19% em dólar no último ano. Custa entre US$ 18 e US$ 20 nos Estados Unidos e entre 25 e 30 euros na Europa.
Ações como essas, replicadas na linha Topper, têm resultado em aumento da receita e da internacionalização das marcas. Em 2005, as exportações representavam menos de 3% do faturamento da Alpargatas. Hoje, respondem por 30%. No mesmo período, o número de países nos quais a companhia vende sandálias Havaianas, tênis Topper e calçados Dupé subiu de 20 para 79. Atualmente, 15% de toda a produção da Alpargatas é de Havaianas para exportação. Essa “descomoditização” é outra lição a considerar. “Competir com base em preço é loucura”, afirma Utsch. Uma taxa de câmbio na casa de R$ 2 por dólar aumentaria as exportações. “Mas nós sempre desejamos uma taxa de câmbio livre. Ela está aí, e essa é a regra do jogo.”
A Grendene, que exporta as sandálias Melissa e Ipanema, também aposta em se diferenciar da multidão. No terceiro trimestre do ano passado, os preços dos seus calçados subiram, em média, 16% em dólar, em relação ao mesmo período de 2009. “Com o real mais forte, se mantenho o preço em dólar, a margem começa a diminuir”, diz Francisco Schmitt, diretor de Relações com Investidores. “O câmbio torna mais difícil a competição com produtos mais baratos. Por isso, procuramos competir com linhas menos sensíveis a preço.” De novo, isso depende de uma boa estratégia de marketing. Desde 1983, a companhia trabalha em parceria com designers internacionais de prestígio, como Jean Paul Gaultier. Em 2002, Gisele Bündchen endossou a linha Ipanema. O modelo de negócios da Grendene é o fast fashion da espanhola Zara, com o lançamento de quatro a cinco coleções por ano.
A atitude positiva frente ao desafio do câmbio e a migração para segmentos mais influenciados pelo glamour que pelo preço são virtudes replicáveis. A vantagem comparativa de usar fartamente insumos importados é, no mínimo, questionável. O mesmo real forte que prejudica Alpargatas e Grendene na hora de exportar beneficia as duas empresas quando se trata de adquirir matérias-primas cotadas em dólar. Em especial, a borracha, que representa quase 30% do custo de produção da Alpargatas. Bom para elas; ruim para a cadeia produtiva. “Quanto maior o conteúdo de insumos nacionais e mão de obra intensiva, pior a competitividade do produto brasileiro no exterior. A indústria está sendo forçada a parar de produzir e importar”, diz Roberto Giannetti da Fonseca, diretor de Comércio Exterior da Fiesp, já apelidada de Federação dos Importadores do Estado de São Paulo.
As importações feitas pela indústria de transformação, de fato, deram um salto de quase US$ 100 bilhões em cinco anos. Passaram de US$ 61,3 bilhões em 2005 para US$ 160,2 bilhões em 2010. No mesmo período, as exportações da indústria nacional cresceram de US$ 93,2 bilhões para US$ 127,6 bilhões, segundo dados da Funcex. A balança comercial do setor manufatureiro, portanto, tornou-se deficitária. “A partir do momento em que a taxa de câmbio ficou abaixo de R$ 2, boa parte das indústrias passou a ter prejuízo nas exportações”, afirma Giannetti. Isso vale para os setores de plástico, alumínio, autopeças, papel e celulose e produtos químicos. Muitas empresas estão desistindo precocemente da internacionalização. Em 2004, havia no país 21.031 empresas exportadoras. Em 2009, último dado disponível na Funcex, eram 19.272. Nesses cinco anos, o cenário mudou drasticamente.
Em 2004, a taxa de câmbio passava de R$ 3 por dólar, a economia mundial crescia em ritmo acelerado e o consumo no Brasil apenas começava a se recuperar do ajuste fiscal do primeiro ano do governo Lula. A exportação, portanto, era uma alternativa natural para desovar estoques. Agora o real está supervalorizado e a economia internacional patina, enquanto o mercado interno dá sinais de superaquecimento. Naturalmente, há uma reversão de expectativas e de estratégias em empresas de todos os portes. Um bom exemplo é o da Braskem, braço petroquímico do grupo Odebrecht, que hoje dá preferência às vendas no Brasil. “Nossa prioridade é manter o mercado brasileiro abastecido”, diz Rui Chammas, vice-presidente da unidade de polímeros da companhia. Isso não quer dizer que a empresa não tenha planos para o exterior. Para ser competitiva no mercado externo, a Braskem decidiu montar equipes de vendas e assistência técnica fora do país e atender diretamente os clientes.
Já é assim na Argentina, no Chile, na Colômbia, Holanda, Espanha, nos Estados Unidos e em Cingapura. “Estamos resistindo porque não estamos acomodados. Nos organizamos para ser um competidor global, com investimentos fora do Brasil”, afirma Chammas. “Num negócio global, como é o de resinas, temos de jogar o jogo internacional e estar próximo do cliente.” Em geral, empresas com fábricas e escritórios de representação no exterior enfrentam melhor as oscilações da taxa de câmbio, pois conseguem fazer bem a combinação entre produzir dentro e fora do Brasil. No caso da Marcopolo, a primeira reação à valorização do real foi deixar de exportar ônibus prontos, como fazia até o início dos anos 2000, para despachar componentes nacionais e montar os veículos nos países onde estão os clientes. O custo de embarcar peças é menor que o de enviar ônibus prontos.
(...)
Com o mercado interno aquecido como hoje no Brasil, é precipitado falar em desindustrialização neste momento. Sem dúvida, porém, com o câmbio jogando contra as exportações e a demanda global reprimida pela recessão nos países desenvolvidos, a indústria de transformação no Brasil passa por um momento delicado. “No século 19, a Inglaterra era o país mais competitivo no setor têxtil. Hoje não é mais”, afirma Fernando Ribeiro, economista-chefe da Funcex. “O Brasil tem de escolher os setores em que pode ser competitivo, já que nenhum país é bom em tudo.” Precisa, também, aprender com as empresas que enfrentaram o vento contra do câmbio na cara. E venceram.
FORÇA DA FAMA: Para enfrentar a valorização do câmbio, a Alpargatas optou por reposicionar a marca Havaianas nos Estados Unidos e na Europa. As sandálias ficaram mais caras, o que significa maiores margens e menos competição com as similares chinesas. A favor da Havaianas, há o fato de que ela é uma das marcas brasileiras mais conhecidas – e respeitadas – no exterior. O par de sandálias encareceu 19% em dólar no último ano. Custa entre US$ 18 e US$ 20 nos Estados Unidos e entre 25 e 30 euros no mercado europeu.
As sandálias Havaianas e Melissa calçam mulheres e homens em mais de 80 países. Suas fabricantes, Alpargatas e Grendene, superaram faz tempo o desafio de conquistar clientes lá fora. Difícil, para elas, é manter a rentabilidade das exportações com um real que insiste em se fortalecer mês após mês. Como se sabe, a valorização da moeda nacional – nada menos que 36,8% entre dezembro de 2005 e dezembro de 2010 – torna os produtos brasileiros mais caros e, portanto, menos competitivos no mercado externo. De modo geral, a indústria calçadista é uma das que mais têm sentido o golpe do câmbio. O polo de Franca, no interior de São Paulo, que chegou a exportar 15 milhões de pares de sapatos por ano na década passada, vendeu só 3,4 milhões de pares no exterior em 2010. Cerca de 1,8 mil empresas brasileiras dos mais diversos ramos já desistiram de clientes estrangeiros. Diversos setores registram déficits comerciais históricos. O de eletroeletrônicos fechou negativo em US$ 27,3 bilhões no ano passado.
Neste cenário, Alpargatas e Grendene têm demonstrado resiliência notável para enfrentar uma combinação indigesta de ameaças – alta dos custos de matérias-primas e forte competição com fabricantes de outros países, dentro e fora do Brasil – sem abrir mão das posições conquistadas lá fora. Suas estratégias têm semelhanças e diferenças, mas trazem lições para qualquer exportador brasileiro. A começar pela atitude. “O real valorizado sempre atrapalha, mas buscamos alternativas. Se a empresa tem competência, ela se diferencia”, afirma Márcio Utsch, presidente da Alpargatas. A companhia optou por um reposicionamento da marca Havaianas nos Estados Unidos e na Europa. Ela ficou mais cara, o que significa maiores margens e menos competição com similares chinesas – à custa de muito investimento em marketing, direcionado para revistas, feiras e pontos de venda. O par de sandálias encareceu 19% em dólar no último ano. Custa entre US$ 18 e US$ 20 nos Estados Unidos e entre 25 e 30 euros na Europa.
Ações como essas, replicadas na linha Topper, têm resultado em aumento da receita e da internacionalização das marcas. Em 2005, as exportações representavam menos de 3% do faturamento da Alpargatas. Hoje, respondem por 30%. No mesmo período, o número de países nos quais a companhia vende sandálias Havaianas, tênis Topper e calçados Dupé subiu de 20 para 79. Atualmente, 15% de toda a produção da Alpargatas é de Havaianas para exportação. Essa “descomoditização” é outra lição a considerar. “Competir com base em preço é loucura”, afirma Utsch. Uma taxa de câmbio na casa de R$ 2 por dólar aumentaria as exportações. “Mas nós sempre desejamos uma taxa de câmbio livre. Ela está aí, e essa é a regra do jogo.”
A Grendene, que exporta as sandálias Melissa e Ipanema, também aposta em se diferenciar da multidão. No terceiro trimestre do ano passado, os preços dos seus calçados subiram, em média, 16% em dólar, em relação ao mesmo período de 2009. “Com o real mais forte, se mantenho o preço em dólar, a margem começa a diminuir”, diz Francisco Schmitt, diretor de Relações com Investidores. “O câmbio torna mais difícil a competição com produtos mais baratos. Por isso, procuramos competir com linhas menos sensíveis a preço.” De novo, isso depende de uma boa estratégia de marketing. Desde 1983, a companhia trabalha em parceria com designers internacionais de prestígio, como Jean Paul Gaultier. Em 2002, Gisele Bündchen endossou a linha Ipanema. O modelo de negócios da Grendene é o fast fashion da espanhola Zara, com o lançamento de quatro a cinco coleções por ano.
A atitude positiva frente ao desafio do câmbio e a migração para segmentos mais influenciados pelo glamour que pelo preço são virtudes replicáveis. A vantagem comparativa de usar fartamente insumos importados é, no mínimo, questionável. O mesmo real forte que prejudica Alpargatas e Grendene na hora de exportar beneficia as duas empresas quando se trata de adquirir matérias-primas cotadas em dólar. Em especial, a borracha, que representa quase 30% do custo de produção da Alpargatas. Bom para elas; ruim para a cadeia produtiva. “Quanto maior o conteúdo de insumos nacionais e mão de obra intensiva, pior a competitividade do produto brasileiro no exterior. A indústria está sendo forçada a parar de produzir e importar”, diz Roberto Giannetti da Fonseca, diretor de Comércio Exterior da Fiesp, já apelidada de Federação dos Importadores do Estado de São Paulo.
As importações feitas pela indústria de transformação, de fato, deram um salto de quase US$ 100 bilhões em cinco anos. Passaram de US$ 61,3 bilhões em 2005 para US$ 160,2 bilhões em 2010. No mesmo período, as exportações da indústria nacional cresceram de US$ 93,2 bilhões para US$ 127,6 bilhões, segundo dados da Funcex. A balança comercial do setor manufatureiro, portanto, tornou-se deficitária. “A partir do momento em que a taxa de câmbio ficou abaixo de R$ 2, boa parte das indústrias passou a ter prejuízo nas exportações”, afirma Giannetti. Isso vale para os setores de plástico, alumínio, autopeças, papel e celulose e produtos químicos. Muitas empresas estão desistindo precocemente da internacionalização. Em 2004, havia no país 21.031 empresas exportadoras. Em 2009, último dado disponível na Funcex, eram 19.272. Nesses cinco anos, o cenário mudou drasticamente.
FAST FASHION: A Grendene reforçou sua parceria com renomados estilistas – caso de Jean Paul Gautier – e apostou em poderosas garotas-propaganda, como Gisele Bündchen, para turbinar as vendas internacionais das linhas Melissa e Grendene. A estratégia é trabalhar no exterior com modelos menos sensíveis ao preço e investir maciçamente em marketing. Além disso, a empresa pretende acelerar o lançamento das coleções, fortalecendo seu conceito de fast fashion. Serão quatro ou cinco atualizações de linhas por ano.
Em 2004, a taxa de câmbio passava de R$ 3 por dólar, a economia mundial crescia em ritmo acelerado e o consumo no Brasil apenas começava a se recuperar do ajuste fiscal do primeiro ano do governo Lula. A exportação, portanto, era uma alternativa natural para desovar estoques. Agora o real está supervalorizado e a economia internacional patina, enquanto o mercado interno dá sinais de superaquecimento. Naturalmente, há uma reversão de expectativas e de estratégias em empresas de todos os portes. Um bom exemplo é o da Braskem, braço petroquímico do grupo Odebrecht, que hoje dá preferência às vendas no Brasil. “Nossa prioridade é manter o mercado brasileiro abastecido”, diz Rui Chammas, vice-presidente da unidade de polímeros da companhia. Isso não quer dizer que a empresa não tenha planos para o exterior. Para ser competitiva no mercado externo, a Braskem decidiu montar equipes de vendas e assistência técnica fora do país e atender diretamente os clientes.
Já é assim na Argentina, no Chile, na Colômbia, Holanda, Espanha, nos Estados Unidos e em Cingapura. “Estamos resistindo porque não estamos acomodados. Nos organizamos para ser um competidor global, com investimentos fora do Brasil”, afirma Chammas. “Num negócio global, como é o de resinas, temos de jogar o jogo internacional e estar próximo do cliente.” Em geral, empresas com fábricas e escritórios de representação no exterior enfrentam melhor as oscilações da taxa de câmbio, pois conseguem fazer bem a combinação entre produzir dentro e fora do Brasil. No caso da Marcopolo, a primeira reação à valorização do real foi deixar de exportar ônibus prontos, como fazia até o início dos anos 2000, para despachar componentes nacionais e montar os veículos nos países onde estão os clientes. O custo de embarcar peças é menor que o de enviar ônibus prontos.
(...)
Com o mercado interno aquecido como hoje no Brasil, é precipitado falar em desindustrialização neste momento. Sem dúvida, porém, com o câmbio jogando contra as exportações e a demanda global reprimida pela recessão nos países desenvolvidos, a indústria de transformação no Brasil passa por um momento delicado. “No século 19, a Inglaterra era o país mais competitivo no setor têxtil. Hoje não é mais”, afirma Fernando Ribeiro, economista-chefe da Funcex. “O Brasil tem de escolher os setores em que pode ser competitivo, já que nenhum país é bom em tudo.” Precisa, também, aprender com as empresas que enfrentaram o vento contra do câmbio na cara. E venceram.
Campanhas antigas da Melissa
Essas campanhas são da coleção Sempre Igual Sempre Diferente, e pra mim são inéditas pois eu nunca tinha visto!
Fonte das fotos
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Com reajuste de preços, Grendene lucra 35,5% a mais
Do site da Folha. Todas nós sentimos no bolso o que na reportagem são apenas números.
A Grendene, dona de marcas como Grendene, Melissa e Ipanema, obteve lucro líquido de R$ 63,5 milhões no primeiro trimestre deste ano. O valor representa um avanço de 35,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
A empresa atribui o crescimento à redução de custos e a um reajuste de preços.
"O aumento de produtividade por redução nos desperdícios, menor consumo de matéria prima por produto e melhoria da eficiência de mão de obra estão sendo perseguidos de forma sistemática", afirma o diretor de relações com investidores da Grendene, Francisco Schmitt, em comunicado.
A receita da empresa caiu 15,8% na comparação com igual período do ano passado. O volume das venda caiu cerca de 29%. Para compensar a redução, os preços sofreram reajuste médio de 22,8%.
As vendas para o exterior representaram 39% do volume de pares vendidos pela empresa e ficaram estáveis em 39% de todo o mercado de calçados exportados.
A Grandene manteve a meta de avanço de crescimento de 12% a 15% no lucro líquido nos próximos anos até 2015, quando acredita que o mercado atingirá venda de 1 bilhão de pares.
A Grendene, dona de marcas como Grendene, Melissa e Ipanema, obteve lucro líquido de R$ 63,5 milhões no primeiro trimestre deste ano. O valor representa um avanço de 35,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
A empresa atribui o crescimento à redução de custos e a um reajuste de preços.
"O aumento de produtividade por redução nos desperdícios, menor consumo de matéria prima por produto e melhoria da eficiência de mão de obra estão sendo perseguidos de forma sistemática", afirma o diretor de relações com investidores da Grendene, Francisco Schmitt, em comunicado.
A receita da empresa caiu 15,8% na comparação com igual período do ano passado. O volume das venda caiu cerca de 29%. Para compensar a redução, os preços sofreram reajuste médio de 22,8%.
As vendas para o exterior representaram 39% do volume de pares vendidos pela empresa e ficaram estáveis em 39% de todo o mercado de calçados exportados.
A Grandene manteve a meta de avanço de crescimento de 12% a 15% no lucro líquido nos próximos anos até 2015, quando acredita que o mercado atingirá venda de 1 bilhão de pares.
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