Será que a tia Vivi fará parceria com a M:Zero também? Ela já tem uma linha de calçados masculinos de plástico, super "discretos", vejam as fotos!
Fonte das fotos
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A louca da estação
Eu nunca gosto de fotos minhas porque saio horrível em quase todas. Adoro bater foto mas detesto sair em foto. Sempre fui assim, desde pequenininha, de berço, ainda bebê. Se vocês vissem meus álbuns... Só tem foto minha com raiva, fazendo careta, chorando, emburrada. Minha mãe fazia questão de registrar todos os momentos e eu odiava cada segundo que precisava ficar de frente para as lentes da câmera. Hoje nada mudou! São raríssimas as fotos minhas que eu gosto e em geral as que eu gosto são aquelas em que eu estou lá loooooonge ou de costas, de forma que quase não dá para saber que sou eu! =Þ
Essa aí embaixo eu achei que ficou legal. Foi tirada de surpresa e essas costumam ser as piores... Mas nesse caso até que não foi tão mau. Parece que eu estou esperando o trem de Hogwarts, huahuahua! Mas na verdade esse é o Durham Museum em Omaha, NE (se fosse a plataforma 9 1/2 - que na versão em inglês é plataforma 9 3/4 - seria muito mais emocionante). Eu fiz a loucura de ir de Rock Princess (bater perna em museu de salto alto??? *aloka*!!!) e no exato momento dessa foto eu estava quase morrendo de tanta dor nos pés! Tava móinto frio e por isso eu estava com dois casacos e duas meias.
Essa aí embaixo eu achei que ficou legal. Foi tirada de surpresa e essas costumam ser as piores... Mas nesse caso até que não foi tão mau. Parece que eu estou esperando o trem de Hogwarts, huahuahua! Mas na verdade esse é o Durham Museum em Omaha, NE (se fosse a plataforma 9 1/2 - que na versão em inglês é plataforma 9 3/4 - seria muito mais emocionante). Eu fiz a loucura de ir de Rock Princess (bater perna em museu de salto alto??? *aloka*!!!) e no exato momento dessa foto eu estava quase morrendo de tanta dor nos pés! Tava móinto frio e por isso eu estava com dois casacos e duas meias.
Uma homenagem a Harry Potter, já que o trailer do filme 7.1 será lançado amanhã
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Melissa Opening Store In NYC
A Melissa já tem um showroom em NY, mas vem uma loja novinha por aí!
Responsibly produced and vegan, Melissa shoes are also beautiful looking and always innovating, teaming up with designers such as Zaha Hadid, Vivienne Westwood and John Galliano for amazing new models. Their recently launched new collection Amazonista takes a look at colors and textures from the Brazilian forest, which you'll be able to find soon at a new store in the Soho area in New York City. (...)
Edson Matsuo, chief designer of Melissa, was in Buenos Aires for a conference organized by the Metropolitan Design Center last week. During his presentation, he showed the brand's new collection, inspired (somehow) in the Amazon forest's colors, flowers, shapes and textures. This collection is also including a new model of the Vivienne Westwood collaboration with Melissa.
Matsuo also confirmed that plans have been approved for a new store in the Soho area in New York City. Supposedly to open in February 2011, the store will be located at Greene St. between Prince and Spring, and its concept will have something to do with silence, time and the idea of a cocoon.
Fonte
Responsibly produced and vegan, Melissa shoes are also beautiful looking and always innovating, teaming up with designers such as Zaha Hadid, Vivienne Westwood and John Galliano for amazing new models. Their recently launched new collection Amazonista takes a look at colors and textures from the Brazilian forest, which you'll be able to find soon at a new store in the Soho area in New York City. (...)
Edson Matsuo, chief designer of Melissa, was in Buenos Aires for a conference organized by the Metropolitan Design Center last week. During his presentation, he showed the brand's new collection, inspired (somehow) in the Amazon forest's colors, flowers, shapes and textures. This collection is also including a new model of the Vivienne Westwood collaboration with Melissa.
Matsuo also confirmed that plans have been approved for a new store in the Soho area in New York City. Supposedly to open in February 2011, the store will be located at Greene St. between Prince and Spring, and its concept will have something to do with silence, time and the idea of a cocoon.
Fonte
Judy Blame fala da moda brasileira
Sem todos os acessórios que compõem seu estilo, Judy Blame até poderia passar despercebido pela festa da exposição de sapatos da estilista Vivienne Westwood na Selfridges, em Londres, na última segunda-feira (21). Mas, mesmo vestindo um simples look preto, é impossível não notar esse, que é um dos mais icônicos stylists da moda inglesa.
Sua carreira começou na década de 80, no auge da revolução punk, quando ajudou a fundar as revistas “i-D” e “The Face”. Mais tarde, passou a trabalhar como consultor de imagem para os cantores Björk e Boy George. Também colaborou com várias grifes importantes, incluindo Christian Dior, na qual foi consultor criativo; Louis Vuitton, em que desenvolveu uma linha de acessórios; e, mais recentemente, com Rei Kawakubo na Comme des Garçons, onde Blame usou todo seu talento como designer de acessórios criando para a linha masculina da grife. Marie Claire aproveitou o encontro com o stylist em Londres e bateu um papo rápido sobre a moda feita no Brasil
Marie Claire - Você esteve presente hoje cedo no Memorial pela morte de Alexander McQueen. Como foi a cerimônia?
Judy Blame - Björk, amiga de longa data, estava lá. Ela cantou. Foi uma cerimônia emocionante. É óbvio que iremos sentir enormemente a falta de McQueen. Ele era uma estrela, um gênio.
M.C - Você já criou coleções para a Melissa e visitou o Brasil algumas vezes. O que acha da moda feita por lá?
J.B - Meu primeiro trabalho no Brasil foi com Carlos Miele. Depois, veio H.Stern e Melissa. Já fui umas sete vezes ao país. É uma energia excelente, mas acho que vocês não sabem direito onde colocar tudo isso. As pessoas por lá são fabulosas, mas não sabem dar valor às diferenças.
M.C - Tem alguma modelo brasileira particularmente que você gosta?
J.B - Eu e Marina Dias temos história. Eu sempre gostei de fotografar com ela, pois quando estou trabalhando preciso de especialistas comigo. E ela é assim: te entrega a pose ideal num clique.
M.C - Quem são seus estilistas preferidos?
J.B - Um deles é meu amigo Dr. Noki, que transforma roupas velhas em novas. Não que se trate somente da importante questão da reciclagem. É que mais do que incentivar você comprar roupas novas a cada estação, ele as reinventa num jeito “Noki”. Também, obviamente, gosto de Vivienne Westwood.
Fonte
Sua carreira começou na década de 80, no auge da revolução punk, quando ajudou a fundar as revistas “i-D” e “The Face”. Mais tarde, passou a trabalhar como consultor de imagem para os cantores Björk e Boy George. Também colaborou com várias grifes importantes, incluindo Christian Dior, na qual foi consultor criativo; Louis Vuitton, em que desenvolveu uma linha de acessórios; e, mais recentemente, com Rei Kawakubo na Comme des Garçons, onde Blame usou todo seu talento como designer de acessórios criando para a linha masculina da grife. Marie Claire aproveitou o encontro com o stylist em Londres e bateu um papo rápido sobre a moda feita no Brasil
Marie Claire - Você esteve presente hoje cedo no Memorial pela morte de Alexander McQueen. Como foi a cerimônia?
Judy Blame - Björk, amiga de longa data, estava lá. Ela cantou. Foi uma cerimônia emocionante. É óbvio que iremos sentir enormemente a falta de McQueen. Ele era uma estrela, um gênio.
M.C - Você já criou coleções para a Melissa e visitou o Brasil algumas vezes. O que acha da moda feita por lá?
J.B - Meu primeiro trabalho no Brasil foi com Carlos Miele. Depois, veio H.Stern e Melissa. Já fui umas sete vezes ao país. É uma energia excelente, mas acho que vocês não sabem direito onde colocar tudo isso. As pessoas por lá são fabulosas, mas não sabem dar valor às diferenças.
M.C - Tem alguma modelo brasileira particularmente que você gosta?
J.B - Eu e Marina Dias temos história. Eu sempre gostei de fotografar com ela, pois quando estou trabalhando preciso de especialistas comigo. E ela é assim: te entrega a pose ideal num clique.
M.C - Quem são seus estilistas preferidos?
J.B - Um deles é meu amigo Dr. Noki, que transforma roupas velhas em novas. Não que se trate somente da importante questão da reciclagem. É que mais do que incentivar você comprar roupas novas a cada estação, ele as reinventa num jeito “Noki”. Também, obviamente, gosto de Vivienne Westwood.
Fonte
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Vi, gostei, comprei
Coisa boa a gente indica com prazer, né? Vi essa dica no Melisseira Carioca, gostei e resolvi experimentar. Adorei!!! A Moo é uma gráfica aqui dos EUA que trabalha com cartões de visita, cartões postais, cartões comemorativos, etc. Eu gostei dos mini cartões e mandei fazer pra mim, 100 unidades a 19,99 dólares. Os mini cartões têm a metade do tamanho de um cartão de visitas tradicional.
Além do produto com excelente qualidade, eu fiquei encantada com o cuidado que eles têm com a embalagem e com pequenos detalhes que fazem toda a diferença, como mensagenzinhas fofas de agradecimento dentro do pacote. Um mimo!
Eu comprei também o case para guardar os mini cartões (o pretinho à direita na foto), que custa 4,99 dólares. Assim dá pra levá-los facilmente na bolsa! A caixinha branca já acompanha os cartões, não é um amor?
O mais legal de tudo é que não é preciso fazer os 100 cartões iguais. É possível personalizar até 50 cartões diferentes! Podemos usar nossas próprias imagens ou usar as imagens disponíveis nos muitos templates fornecidos pelo site. Eu estava sem paciência de procurar imagens legais, então achei mais fácil escolher no site deles. Mas para quem tem criatividade, dá para criar coisas lindas! A impressão é muito boa e as cores ficam bem vivas!
Eu consegui um cupom de 20% de desconto no Flickr da Moo (adoro os EUA)! Além disso, eles estão oferecendo 50 cartões de visita grátis por tempo limitado. Esses cartões vêm com a marca d'água deles na frente e o frete é por conta do cliente. E eles também entregam no Brasil! =)
Além do produto com excelente qualidade, eu fiquei encantada com o cuidado que eles têm com a embalagem e com pequenos detalhes que fazem toda a diferença, como mensagenzinhas fofas de agradecimento dentro do pacote. Um mimo!
Eu comprei também o case para guardar os mini cartões (o pretinho à direita na foto), que custa 4,99 dólares. Assim dá pra levá-los facilmente na bolsa! A caixinha branca já acompanha os cartões, não é um amor?
O mais legal de tudo é que não é preciso fazer os 100 cartões iguais. É possível personalizar até 50 cartões diferentes! Podemos usar nossas próprias imagens ou usar as imagens disponíveis nos muitos templates fornecidos pelo site. Eu estava sem paciência de procurar imagens legais, então achei mais fácil escolher no site deles. Mas para quem tem criatividade, dá para criar coisas lindas! A impressão é muito boa e as cores ficam bem vivas!
Eu consegui um cupom de 20% de desconto no Flickr da Moo (adoro os EUA)! Além disso, eles estão oferecendo 50 cartões de visita grátis por tempo limitado. Esses cartões vêm com a marca d'água deles na frente e o frete é por conta do cliente. E eles também entregam no Brasil! =)
Com desenho e com afeto
Porque os irmãos Fernando e Humberto Campana são procurados por empresas do mundo inteiro para reinventar identidades de grifes globais.
Fernando e Humberto Campana simbolizam a expressão máxima do design no País e servem de referência em outros continentes. São reconhecidos por sugerir novos códigos de leitura sobre os objetos, além de contribuir para mudanças de perspectivas sobre a vida cotidiana. A habilidade da dupla para compreender a essência de uma marca e a segurança com que criam sem perder as origens dela têm feito com que sejam procurados para reinventar a identidade de grifes globais.
No design de interiores, já desconstruíram e reinventaram as lojas Camper em Berlim, Barcelona, Zaragoza, Florença, Londres e Nova York. Atualmente, redesenham o Café des Hauteurs, do Museu d’Orsay, em Paris, previsto para abrir no ano que vem, e exploram novas soluções para a ambientação do antigo Olympic Hotel, em Atenas – o primeiro projeto de um hotel assinado por eles. Entre as parcerias artísticas mais recentes, está a criação dos figurinos e cenário do espetáculo “Métamorphoses”, do Ballet National de Marseille, e a cenografia do musical “Peterand the Wolf”, apresentado no Museu Guggenheimem Nova York.
Humberto, 57 anos, e Fernando, 49, integram também coleções permanentes de renomadas instituições de arte, como Museu de Arte Moderna de São Paulo, MoMA, em Nova York, Centre Georges Pompidou, em Paris, além do Vitra Design Museum, em Weil am Rhein, região da Alemanha que faz fronteira com a Suíça.
Nada mais natural, portanto, que o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) pedisse socorro aos Campana para que ajudassem a vender a imagem do vinho brasileiro aqui e lá fora. (...) “Vejo o design como objeto de afeto. Estamos vivendo muito pouco o afeto e tentamos trazer essa emoção para os nossos objetos.
Gerente de promoção e marketing do Ibravin, Diego Bertolini desfia um sem-número de razões para a parceria com os Campana. “Queríamos vender uma imagem de alegria, de beleza, de autenticidade, de um Brasil cool”, enumera. “E os Campana são referência no Brasil e no mundo em design de vanguarda, além de estarem sempre presentes nos mais importantes eventos de arte aqui e lá fora. Ninguém melhor para representar a imagem do produto do que eles.”
A ideia não poderia ter agradado mais aos Campana. Nesse momento de ode ao Brasil e à cultura brasileira, eles vislumbram, pela primeira vez, a possibilidade de empresas nacionais apostarem em design. “O design, assim como aconteceu com a moda, precisa ganhar credibilidade e investimentos para despontar, pois ele é capaz de traduzir e exportar a cultura de um povo”, analisa Humberto. “Está faltando ousadia dos empresários, e a hora é agora”, provoca.
Ele e Fernando são a simplicidade em sua mais pura essência, e o estúdio Campana, situado no bucólico bairro Santa Cecília, em São Paulo, traduz esse singelo way of life. Funciona atrás de uma porta metálica de um antigo galpão. Nos dois pavilhões divididos por um pátio, trabalham apenas 12 pessoas (arquitetos, costureiras e um artesão). Entre amostras de couro, cristais e fios de arame, a equipe materializa as ideias que são destinadas a linhas de produção de empresas nacionais e internacionais, como Edra, Alessi, Artecnica, Bernardaud, Corsi Design, Kreo, Magis, Grendene, Skitsch e Plus Design.
O estúdio notabilizou-se pelo design de mobiliário, mas tem participação em várias mídias e é dirigido a distintos públicos. Na área de moda, os irmãos assinam a Coleção Campana da grife de joias H. Stern, além da reinterpretação em edição limitada da polo Lacoste e do histórico de colaborações com a marca de calçados e bolsas Melissa, da Grendene. Não há brasileira ligada em moda que não conheça a Melissa Campana, um fenômeno de vendas e de imitações mundo afora.
“Não poderíamos ter feito melhor parceria ao associar conteúdo de moda a design”, comemora Paulinho Pedó, gestor da marca Melissa. Os Campana se notabilizam por usar materiais ordinários e transformá-los em extraordinários. É um conceito que só agora começa a aparecer na Europa e que nos coloca na vanguarda desse movimento.
Humberto é graduado em direito; Fernando, em arquitetura. Nasceram no interior paulista – e o interesse pelo design surgiu no final de 1983. Logo, a dupla se tornaria a mais festejada do Brasil, com influência mundial. Eles transfiguraram o design brasileiro e provocaram um refluxo na produção internacional de mobiliário, fazendo a indústria acolher etapas artesanais no processo de produção em massa. Alguns objetos tem valores de obras de arte.
(...)
Fonte
Fernando e Humberto Campana simbolizam a expressão máxima do design no País e servem de referência em outros continentes. São reconhecidos por sugerir novos códigos de leitura sobre os objetos, além de contribuir para mudanças de perspectivas sobre a vida cotidiana. A habilidade da dupla para compreender a essência de uma marca e a segurança com que criam sem perder as origens dela têm feito com que sejam procurados para reinventar a identidade de grifes globais.
No design de interiores, já desconstruíram e reinventaram as lojas Camper em Berlim, Barcelona, Zaragoza, Florença, Londres e Nova York. Atualmente, redesenham o Café des Hauteurs, do Museu d’Orsay, em Paris, previsto para abrir no ano que vem, e exploram novas soluções para a ambientação do antigo Olympic Hotel, em Atenas – o primeiro projeto de um hotel assinado por eles. Entre as parcerias artísticas mais recentes, está a criação dos figurinos e cenário do espetáculo “Métamorphoses”, do Ballet National de Marseille, e a cenografia do musical “Peterand the Wolf”, apresentado no Museu Guggenheimem Nova York.
Humberto, 57 anos, e Fernando, 49, integram também coleções permanentes de renomadas instituições de arte, como Museu de Arte Moderna de São Paulo, MoMA, em Nova York, Centre Georges Pompidou, em Paris, além do Vitra Design Museum, em Weil am Rhein, região da Alemanha que faz fronteira com a Suíça.
Nada mais natural, portanto, que o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) pedisse socorro aos Campana para que ajudassem a vender a imagem do vinho brasileiro aqui e lá fora. (...) “Vejo o design como objeto de afeto. Estamos vivendo muito pouco o afeto e tentamos trazer essa emoção para os nossos objetos.
Gerente de promoção e marketing do Ibravin, Diego Bertolini desfia um sem-número de razões para a parceria com os Campana. “Queríamos vender uma imagem de alegria, de beleza, de autenticidade, de um Brasil cool”, enumera. “E os Campana são referência no Brasil e no mundo em design de vanguarda, além de estarem sempre presentes nos mais importantes eventos de arte aqui e lá fora. Ninguém melhor para representar a imagem do produto do que eles.”
A ideia não poderia ter agradado mais aos Campana. Nesse momento de ode ao Brasil e à cultura brasileira, eles vislumbram, pela primeira vez, a possibilidade de empresas nacionais apostarem em design. “O design, assim como aconteceu com a moda, precisa ganhar credibilidade e investimentos para despontar, pois ele é capaz de traduzir e exportar a cultura de um povo”, analisa Humberto. “Está faltando ousadia dos empresários, e a hora é agora”, provoca.
Ele e Fernando são a simplicidade em sua mais pura essência, e o estúdio Campana, situado no bucólico bairro Santa Cecília, em São Paulo, traduz esse singelo way of life. Funciona atrás de uma porta metálica de um antigo galpão. Nos dois pavilhões divididos por um pátio, trabalham apenas 12 pessoas (arquitetos, costureiras e um artesão). Entre amostras de couro, cristais e fios de arame, a equipe materializa as ideias que são destinadas a linhas de produção de empresas nacionais e internacionais, como Edra, Alessi, Artecnica, Bernardaud, Corsi Design, Kreo, Magis, Grendene, Skitsch e Plus Design.
O estúdio notabilizou-se pelo design de mobiliário, mas tem participação em várias mídias e é dirigido a distintos públicos. Na área de moda, os irmãos assinam a Coleção Campana da grife de joias H. Stern, além da reinterpretação em edição limitada da polo Lacoste e do histórico de colaborações com a marca de calçados e bolsas Melissa, da Grendene. Não há brasileira ligada em moda que não conheça a Melissa Campana, um fenômeno de vendas e de imitações mundo afora.
“Não poderíamos ter feito melhor parceria ao associar conteúdo de moda a design”, comemora Paulinho Pedó, gestor da marca Melissa. Os Campana se notabilizam por usar materiais ordinários e transformá-los em extraordinários. É um conceito que só agora começa a aparecer na Europa e que nos coloca na vanguarda desse movimento.
Humberto é graduado em direito; Fernando, em arquitetura. Nasceram no interior paulista – e o interesse pelo design surgiu no final de 1983. Logo, a dupla se tornaria a mais festejada do Brasil, com influência mundial. Eles transfiguraram o design brasileiro e provocaram um refluxo na produção internacional de mobiliário, fazendo a indústria acolher etapas artesanais no processo de produção em massa. Alguns objetos tem valores de obras de arte.
(...)
Fonte
China: fábricas clandestinas de Havaianas e Melissas
Sandálias Havaianas ilegítimas são produzidas em empresas chinesas, como a Bright Coast, que mantém um site "oficial" da marca em inglês e chinês, e pode produzir até 500 mil pares mensais e exporta um dos produtos-símbolo do Brasil para a África e o Oriente Médio, informa reportagem de Fabiano Maisonnave para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
A Bright Coast é só uma das dezenas - provavelmente centenas - de fábricas no sul da China que, nos últimos anos, diversificaram de nomes mais famosos, como Nike, e agora produzem também imitações das brasileiras Melissa, Ipanema e Mormaii, além das Havaianas.
A reportagem da Folha encontrou uma ampla cadeia produtiva, que envolve de grandes empresas legalizadas a pequenas fábricas familiares, dezenas de milhares de funcionários e um sistema sofisticado de venda para praticamente qualquer parte do mundo. Tudo com certa conivência oficial.
Só para frisar bem: "Tudo com certa conivência oficial." Quem tiver acesso à reportagem completa, manda pra gente!
Fonte
A Bright Coast é só uma das dezenas - provavelmente centenas - de fábricas no sul da China que, nos últimos anos, diversificaram de nomes mais famosos, como Nike, e agora produzem também imitações das brasileiras Melissa, Ipanema e Mormaii, além das Havaianas.
A reportagem da Folha encontrou uma ampla cadeia produtiva, que envolve de grandes empresas legalizadas a pequenas fábricas familiares, dezenas de milhares de funcionários e um sistema sofisticado de venda para praticamente qualquer parte do mundo. Tudo com certa conivência oficial.
Só para frisar bem: "Tudo com certa conivência oficial." Quem tiver acesso à reportagem completa, manda pra gente!
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Melissa na ISTOÉ Dinheiro
A moda embala a indústria: beleza é fundamental. Seguindo esse mandamento, grandes empresas contratam estilistas para renovar seus produtos.
Não se ama ninguém senão pelas qualidades aparentes, já dizia o filósofo francês Blaise Pascal. A frase tem quase quatro séculos, mas sua essência traduz a indústria atual da embalagem.
De vendedoras, as marcas passaram a conquistadoras. E assim como uma mulher investe nos melhores tratamentos de pele, no perfume mais inebriante e no figurino mais ousado, a indústria também recorre a uma bela fachada de seus produtos para capturar o consumidor.
Isso acontece até com empresas já calejadas na arte da sedução, como a Coca-Cola, cujo mais recente parceiro foi o estilista alemão Karl Lagerfeld. Ele se apaixonou tanto pela ideia de criar uma embalagem para a Coca-Coca Light que estampou seu agora lânguido corpo – que já teve uma circunferência de Coca litro – na garrafa da Coca Light. Sua silhueta chega somente às lojas europeias. O kit com seis garrafas e abridor será vendido por R$ 110.
Não é de hoje que a Coca percebeu que a moda veste bem sua marca. A mesma Coca Light já teve figurinos desenhados por Roberto Cavalli e Donatella Versace, entre outros.
“Quando um estilista assina um produto, ele passa a ser um item sob medida e a indústria percebeu que essa bandeira da exclusividade é um forte apelo”, diz Marcos Batista, coordenador do curso de Design de Produto do Istituto Europeo di Design.
Isso faz com que empresas como a Pernod Ricard, produtora e distribuidora de bebidas, firme parcerias com estilistas do porte de Christian Lacroix, que desenhou a edição especial do Chivas 12 anos de 2010.
“Escolhemos estilistas que representem os mesmos valores que a nossa marca”, avalia Bruno Correa, gerente da Pernod Ricard. “Chivas foi sempre sinônimo de luxo”, ressalta Lacroix.
Aqui no Brasil as parcerias também funcionam bem nas vitrines e gôndolas. A estilista Isabela Capeto é uma das recordistas. Personalizou embalagens de perfumes e velas para a Phebo, do grupo Granado, e assinou latas de papel higiênico para a Neve.
“Agrego valor a um produto que não é de moda e o consumidor adquire algo diferenciado. Todo mundo ganha”, diz a estilista. “Nossa marca fala de vaidade e por isso a moda foi nossa escolha natural”, diz Sissi Freeman, diretora de marketing e vendas do grupo Granado.
Em cinco anos o faturamento da marca dobrou graças às parcerias: de R$ 35 milhões, em 2005, para R$ 70 milhões, em 2009. Esse mesmo sucesso foi obtido com as latas assinadas por Isabela para a Neve.
A parceria, em 2006, gerou R$ 1,5 milhão de retorno de mídia espontânea e aumentou em seis vezes a venda do pacote de 12 rolos. Devido ao sucesso da ação, outros estilistas assinaram com a marca. Atualmente é a Neon, de Dudu Bertholini e Rita Comparato, que empresta suas estampas às latas.
A badalada estilista Adriana Barra também desenhou rótulos de vinhos, feitos só por mulheres, para a importadora Vinea. A ideia foi dar uma alma bem feminina, para contrapor a vocação mais masculina do produto.
“As empresas estão em busca de uma visão mais moderna para a sua marca, querem uma mente mais criativa, uma nova forma de pensar os seus produtos. Em contrapartida, temos a chance de nos desafiar e entrar em um mundo novo, de ter o apoio de uma grande equipe, de encarar o trabalho em escala industrial e de alcançar um público muito maior que o nosso”, defende a estilista.
Na contramão das tendências, a Melissa mostra que a moda também pede ajuda de outros setores para se tornar mais sedutora. A marca, que se destacou por parcerias com os irmãos Campana, traz agora modelos criados pelo premiado designer Gaetano Pesce. Mais acostumado a aconchegar ricos e famosos com seus móveis, o italiano vai garantir o conforto do andar dos descolados com a sua Melissa.
Fonte
Não se ama ninguém senão pelas qualidades aparentes, já dizia o filósofo francês Blaise Pascal. A frase tem quase quatro séculos, mas sua essência traduz a indústria atual da embalagem.
De vendedoras, as marcas passaram a conquistadoras. E assim como uma mulher investe nos melhores tratamentos de pele, no perfume mais inebriante e no figurino mais ousado, a indústria também recorre a uma bela fachada de seus produtos para capturar o consumidor.
O estilista alemão Karl Lagerfeld desenhou garrafas para uma edição especial da Coca-Cola light com a sua própria silhueta. Assim como ele, vários nomes da moda têm sido requisitados por grandes multinacionais
Isso acontece até com empresas já calejadas na arte da sedução, como a Coca-Cola, cujo mais recente parceiro foi o estilista alemão Karl Lagerfeld. Ele se apaixonou tanto pela ideia de criar uma embalagem para a Coca-Coca Light que estampou seu agora lânguido corpo – que já teve uma circunferência de Coca litro – na garrafa da Coca Light. Sua silhueta chega somente às lojas europeias. O kit com seis garrafas e abridor será vendido por R$ 110.
Não é de hoje que a Coca percebeu que a moda veste bem sua marca. A mesma Coca Light já teve figurinos desenhados por Roberto Cavalli e Donatella Versace, entre outros.
“Quando um estilista assina um produto, ele passa a ser um item sob medida e a indústria percebeu que essa bandeira da exclusividade é um forte apelo”, diz Marcos Batista, coordenador do curso de Design de Produto do Istituto Europeo di Design.
Coca com estilo: versões feitas por grifes como Marni e Blumarine
Isso faz com que empresas como a Pernod Ricard, produtora e distribuidora de bebidas, firme parcerias com estilistas do porte de Christian Lacroix, que desenhou a edição especial do Chivas 12 anos de 2010.
“Escolhemos estilistas que representem os mesmos valores que a nossa marca”, avalia Bruno Correa, gerente da Pernod Ricard. “Chivas foi sempre sinônimo de luxo”, ressalta Lacroix.
Aqui no Brasil as parcerias também funcionam bem nas vitrines e gôndolas. A estilista Isabela Capeto é uma das recordistas. Personalizou embalagens de perfumes e velas para a Phebo, do grupo Granado, e assinou latas de papel higiênico para a Neve.
Melissas por Gaetano: sapatos da brasileira Grendene feitos por encomenda pelo cultuado designer italiano Gaetano Pesce
“Agrego valor a um produto que não é de moda e o consumidor adquire algo diferenciado. Todo mundo ganha”, diz a estilista. “Nossa marca fala de vaidade e por isso a moda foi nossa escolha natural”, diz Sissi Freeman, diretora de marketing e vendas do grupo Granado.
Em cinco anos o faturamento da marca dobrou graças às parcerias: de R$ 35 milhões, em 2005, para R$ 70 milhões, em 2009. Esse mesmo sucesso foi obtido com as latas assinadas por Isabela para a Neve.
Arte nos banheiros: lata de papel higiênico da Neve com estampa criada pelos estilistas Dudu Bertholini e Rita comparato da Neon
A parceria, em 2006, gerou R$ 1,5 milhão de retorno de mídia espontânea e aumentou em seis vezes a venda do pacote de 12 rolos. Devido ao sucesso da ação, outros estilistas assinaram com a marca. Atualmente é a Neon, de Dudu Bertholini e Rita Comparato, que empresta suas estampas às latas.
Vinho com assinatura: a estilista Adriana Barra desenhou os rótulos de vinhos distribuídos pela vinea e produzidos por mulheres
A badalada estilista Adriana Barra também desenhou rótulos de vinhos, feitos só por mulheres, para a importadora Vinea. A ideia foi dar uma alma bem feminina, para contrapor a vocação mais masculina do produto.
“As empresas estão em busca de uma visão mais moderna para a sua marca, querem uma mente mais criativa, uma nova forma de pensar os seus produtos. Em contrapartida, temos a chance de nos desafiar e entrar em um mundo novo, de ter o apoio de uma grande equipe, de encarar o trabalho em escala industrial e de alcançar um público muito maior que o nosso”, defende a estilista.
Na contramão das tendências, a Melissa mostra que a moda também pede ajuda de outros setores para se tornar mais sedutora. A marca, que se destacou por parcerias com os irmãos Campana, traz agora modelos criados pelo premiado designer Gaetano Pesce. Mais acostumado a aconchegar ricos e famosos com seus móveis, o italiano vai garantir o conforto do andar dos descolados com a sua Melissa.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
New York: Moda & AccessoriesTheShow
August 1-3, 2010 – New York, NY: This year, Moda Manhattan and AccessoriesTheShow were met with enthusiasm from retailers and buyers alike. While the Sunday start seemed to affect attendee numbers during the first day, designers reported that business picked up on the second and third day, giving brands still affected by the recession’s spurn a little pick-me-up on the sales floor. And to make it even easier to peruse this season’s picks, Moda and AccessoriesTheShow were located at the Javits Center — both on one floor!
Retailers proudly displayed their fine wares for the Holiday 2010 and Resort 2011 seasons. Moda offered a few special surprises: a concept released just two weeks ago, we saw a brand new booth for casual diffusion line Mel, dreamed up by Brazilian footwear purveyors Melissa. The new inspired brand offers the same signature PVC bubblegum-scented shoes but sells more relaxed styles for the muse on the go: sweet little wedges, sensible ballet flats and chic sandals. Creators of Glam and GlamNoir unveiled their Glam Naturale line, an eco-chic collection of keychains, wallets, messenger sidebags and hippie braided strands, as well as a cuter than cute sketched owl logo, etched on most of the items. PlastiChic showed of its hi-hued tourmaline collection of interchangeable watches and wristbands have been featured in Vogue’s accessory guide and also in Glamour. PlastiChic’s cool collection of summer sunglasses have a trendy wayfarer shape and bamboo arms. While the shades haven’t yet hit retail stores, they are already getting attention from various celebrities. Vintage Reign, a Florida-based brand to watch, launched merely eight months ago and is a hit amongst the young and fashionable set with buttery soft leathers and a playful mix of bright colors and unique animal prints — the kind of risk-taking that makes them stand out from the basic bag and purse crowd.
While newcomer lines dazzled accessory buyers and editors, trade-show regulars also offered attention-grabbing items for the Holiday and Resort seasons. California brand Toss boasted chic totes and giftable candy cane reusable eco-friendly bags with removable monograms for extra special personalization, perfect for Holiday 2010. Moksha Fine Wovens displayed a bevy of cabbage roses and paisley-printed fine merino wool and linen items, and is a favorite to Hillary Clinton who famously wore a Moksha coat during her election campaign. A gaudy, yet gorgeous, selection of sparkly accessories were on display from glamorous mainstay brand Jimmy Crystal. The brand is looking to young blood to help them create cool, yet classy, pieces and have taken designer rookie Wendy Chen under their wing. She has created spectacular sparkling star-shaped clip-ons, 4G iPhone cases and cute clutches bedazzled with Swarovski crystals.
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Retailers proudly displayed their fine wares for the Holiday 2010 and Resort 2011 seasons. Moda offered a few special surprises: a concept released just two weeks ago, we saw a brand new booth for casual diffusion line Mel, dreamed up by Brazilian footwear purveyors Melissa. The new inspired brand offers the same signature PVC bubblegum-scented shoes but sells more relaxed styles for the muse on the go: sweet little wedges, sensible ballet flats and chic sandals. Creators of Glam and GlamNoir unveiled their Glam Naturale line, an eco-chic collection of keychains, wallets, messenger sidebags and hippie braided strands, as well as a cuter than cute sketched owl logo, etched on most of the items. PlastiChic showed of its hi-hued tourmaline collection of interchangeable watches and wristbands have been featured in Vogue’s accessory guide and also in Glamour. PlastiChic’s cool collection of summer sunglasses have a trendy wayfarer shape and bamboo arms. While the shades haven’t yet hit retail stores, they are already getting attention from various celebrities. Vintage Reign, a Florida-based brand to watch, launched merely eight months ago and is a hit amongst the young and fashionable set with buttery soft leathers and a playful mix of bright colors and unique animal prints — the kind of risk-taking that makes them stand out from the basic bag and purse crowd.
While newcomer lines dazzled accessory buyers and editors, trade-show regulars also offered attention-grabbing items for the Holiday and Resort seasons. California brand Toss boasted chic totes and giftable candy cane reusable eco-friendly bags with removable monograms for extra special personalization, perfect for Holiday 2010. Moksha Fine Wovens displayed a bevy of cabbage roses and paisley-printed fine merino wool and linen items, and is a favorite to Hillary Clinton who famously wore a Moksha coat during her election campaign. A gaudy, yet gorgeous, selection of sparkly accessories were on display from glamorous mainstay brand Jimmy Crystal. The brand is looking to young blood to help them create cool, yet classy, pieces and have taken designer rookie Wendy Chen under their wing. She has created spectacular sparkling star-shaped clip-ons, 4G iPhone cases and cute clutches bedazzled with Swarovski crystals.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Fun! Fun! Fashion! Knock your socks off
"Come on sun, give us a break! You're overdoing it. Take it easy. Relax. Cool it." With all this hot weather we've been having, I feel like giving the sun a few words of advice.
So how is everyone holding up?
Sandwiched between the merciless sun and the burning hot concrete, I'm having a great time taking snapshots in the street.
Japanese summers are hot, but it's the humidity that really gets to you. It makes people want to get out in their sandals and zori (Japanese thongs). But this year's a bit different than usual. Let me focus on what people are wearing on their feet.
The latest fashion is for young women to wear socks with their sandals and high-heeled shoes. You look skeptical. "Sandals with socks?" you ask. Let's take a closer look.
Socks come in all sorts. What types in particular, for example?
If you look closely, you'll see lots of women wearing frilled socks, see-through socks and socks with rather distinctive textiles. It feels nostalgic to see frilled socks these days. We remember wearing them when we were kids. Maybe it's the nostalgia, but lots of people are wearing them. The secret is to be daring and choose different colored socks and shoes. This focuses attention on the feet. The most common length is a bit above the ankles.
It may be more coordinated to wear socks and shoes of the same color, but it's also boring. There's nothing distinctive or stylish. The fashion for footwear this year is to be a bit quirky.
By the way, this "sandals and socks" thing seems to be all the rage overseas, too.
See America's Vogue web magazine at (http://www.style.com/stylefile/2010/07/the-dos-and-donts-of-socks-with-sandals/).
Although the style had appeared in brand collections, I thought perhaps the hurdle was a bit high for everyday wear. But you've got to hand it to the powerful girls of Tokyo. They took up the challenge with courage and have turned it into a casual style.
When I asked women in the street, they told me they became interested in this style last autumn or winter. Those who were fast off the mark got into it then, but it really began shifting from minor to major this spring and summer. To me, the fact that it suddenly became major at this time of year has something to do with the Japanese climate.
I suspect lots of women found that in Japan's humid summer, high heels and sandals were too uncomfortable. It's not as if you can just take them off. Socks are great, because they get over this problem in a smart and stylish way.
I heard comments such as, "I was reluctant at first, but now I'd be more embarrassed if I wasn't wearing them." In comparison with bare feet, by placing the focus on the socks, the emphasis is taken off the leg line. "They cover up complexes about leg shape," one of the women said. I see. That certainly is a good point!
Another thing to note is the cost performance of socks. Compared with a pair of shoes or other items of clothing, they come at a relatively manageable price, so you can be relaxed about taking up the challenge. It's risky choosing individualistic patterns and colors for larger items of clothing, but there is no problem being a bit flamboyant with something as tiny as a pair of socks.
So if you've got some money and a little bit of curiosity and you don't mind taking a bit of a risk, how about trying something new and chic this summer? New challenges might be nerve-wracking, but they're exciting to the same degree. My wish is that fashion will fill all your hearts with this excitement.
Well, that's it for today from me, Rei Shito. Ciao!
Fonte
So how is everyone holding up?
Sandwiched between the merciless sun and the burning hot concrete, I'm having a great time taking snapshots in the street.
Japanese summers are hot, but it's the humidity that really gets to you. It makes people want to get out in their sandals and zori (Japanese thongs). But this year's a bit different than usual. Let me focus on what people are wearing on their feet.
The latest fashion is for young women to wear socks with their sandals and high-heeled shoes. You look skeptical. "Sandals with socks?" you ask. Let's take a closer look.
Socks come in all sorts. What types in particular, for example?
If you look closely, you'll see lots of women wearing frilled socks, see-through socks and socks with rather distinctive textiles. It feels nostalgic to see frilled socks these days. We remember wearing them when we were kids. Maybe it's the nostalgia, but lots of people are wearing them. The secret is to be daring and choose different colored socks and shoes. This focuses attention on the feet. The most common length is a bit above the ankles.
It may be more coordinated to wear socks and shoes of the same color, but it's also boring. There's nothing distinctive or stylish. The fashion for footwear this year is to be a bit quirky.
By the way, this "sandals and socks" thing seems to be all the rage overseas, too.
See America's Vogue web magazine at (http://www.style.com/stylefile/2010/07/the-dos-and-donts-of-socks-with-sandals/).
Although the style had appeared in brand collections, I thought perhaps the hurdle was a bit high for everyday wear. But you've got to hand it to the powerful girls of Tokyo. They took up the challenge with courage and have turned it into a casual style.
When I asked women in the street, they told me they became interested in this style last autumn or winter. Those who were fast off the mark got into it then, but it really began shifting from minor to major this spring and summer. To me, the fact that it suddenly became major at this time of year has something to do with the Japanese climate.
I suspect lots of women found that in Japan's humid summer, high heels and sandals were too uncomfortable. It's not as if you can just take them off. Socks are great, because they get over this problem in a smart and stylish way.
I heard comments such as, "I was reluctant at first, but now I'd be more embarrassed if I wasn't wearing them." In comparison with bare feet, by placing the focus on the socks, the emphasis is taken off the leg line. "They cover up complexes about leg shape," one of the women said. I see. That certainly is a good point!
Another thing to note is the cost performance of socks. Compared with a pair of shoes or other items of clothing, they come at a relatively manageable price, so you can be relaxed about taking up the challenge. It's risky choosing individualistic patterns and colors for larger items of clothing, but there is no problem being a bit flamboyant with something as tiny as a pair of socks.
So if you've got some money and a little bit of curiosity and you don't mind taking a bit of a risk, how about trying something new and chic this summer? New challenges might be nerve-wracking, but they're exciting to the same degree. My wish is that fashion will fill all your hearts with this excitement.
Well, that's it for today from me, Rei Shito. Ciao!
Young women mix frilled and see-through socks or combine socks with tights.
A woman matches unique patterns with these Kiwanda socks.
See-through grid-pattern socks with Melissa sandals - the accent is on the contrasting black and wisteria colors.
Socks make these red wedge soles even more striking. Adding socks takes the focus off the leg line.
Matching red socks with red check sunglasses--the accent is on the feet, but balance is achieved by wearing the same color on the head.
There are also high socks proponents, though they are few in number.
The socks boom is also beginning to take off with flat shoes. A sense of unity is achieved by combining frilled socks with a frilled corsage.
Fonte
Fakes com cores lindas
Falei que uma Ashanti amarela ia ficar lindona, não falei?
E essa versão com a flor da Seduce? Fofa!
Fonte 1 e Fonte 2
E essa versão com a flor da Seduce? Fofa!
Fonte 1 e Fonte 2
The Best Shoe Stores in Toronto
The best shoe stores in Toronto offer a surprising selection of eco-friendly footwear, minimalist style and outrageous options to please any foot fetish. Prices vary, but expect to find pairs that will keep you light on your feet, instead of in your wallet.
My own smaller-than-average size 5 feet have led me to do a lot of sole searching for that perfect Cinderella fit. Despite all of us sharing a need for this much-loved accessory though, I can do without the snobbery that higher-end boutiques package with their pairs.
Quirky types and girly girls can shoe shop to their heart's content as these shoe stores offer a diverse collection to suit many tastes. Take a quick step on over to these shops, the 12 best shoe stores in Toronto, if you're looking to save grace in a new pair of precious peepers.
1) Chasse Gardee
2) Left Feet
3) Heel Boy
4) Imelda
5) Plum Shoe Boutique
6) Balisi: The soft chandelier lighting of this shoe haven spotlights Vivienne Westwood + Melissa eco-friendly veggie kicks ($165) and Melissa + Campana flats ($85), as well as pricier pumps like peach patent Firetraps ($260). A good men’s selection features Penguin runners and imports from Neosens.
7) David's
8) Original
9) Trove
10) Ron White
11) John Fluevog Shoes
12) 119 Corbo
Fonte
Melissa Shoes & Jelly Flip-Flops: Pick Of The Week
Although some may argue that they never really went out of style in the first place, jellies and jelly flip-flops are going to be huge for 2011! Introducing Melissa Shoes — the first jellies brand to create unique plastic footwear that stresses design and elegance, function and fashion!
For years, Melissa Shoes have been taking the Brazilian fashion industry by storm, and today, they’re becoming increasingly popular in the U.S. and abroad. The popular brand of jelly flip-flops, shoes, flats, and sandals, makes assorted styles to appeal to all different tastes. Even better, Melissa Shoes are taking eco-fashion to a whole new level — all styles are made out of flexible MELFLEX plastic, which is hypo-allergenic, cruelty-free, and recyclable. With every new collection, you can expect jelly flip-flops and shoes in a juicy color palette and dream-inspired designs.
(...)
Slip into a pair of Melissa Shoes and jelly flip-flops today, and see what happens when plastic meets the world of high fashion!
Bolhas, muitas e muitas bolhas...
Fonte
For years, Melissa Shoes have been taking the Brazilian fashion industry by storm, and today, they’re becoming increasingly popular in the U.S. and abroad. The popular brand of jelly flip-flops, shoes, flats, and sandals, makes assorted styles to appeal to all different tastes. Even better, Melissa Shoes are taking eco-fashion to a whole new level — all styles are made out of flexible MELFLEX plastic, which is hypo-allergenic, cruelty-free, and recyclable. With every new collection, you can expect jelly flip-flops and shoes in a juicy color palette and dream-inspired designs.
(...)
Slip into a pair of Melissa Shoes and jelly flip-flops today, and see what happens when plastic meets the world of high fashion!
Bolhas, muitas e muitas bolhas...
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Cibelle to perform at the VW party for Melissa
Following in the footsteps of Vivienne Westwood, Zaha Hadid and Jean-Paul Gaultier, Tropical songstrel and Notion favorite Cibelle has collaborated with shoe manufacturing giant Melissa. Cibelle will be celebrating at Selfridges on Monday 20th September with a gig for Vivienne Westwood’s closing party. It will be covered live for Planet Notion by Cibelle herself.
This shoot by Cassia Tabatini (courtesy of Plastic Dreams Magazine) is a Planet Notion Exclusive.
PlanetNotion: Hi Cibelle!
Cibelle: Hi Honey.
PN: How did the Melissa collaboration come about?
C: It’s like we’ve been dating for years. They wanted me to do a collaboration after the first album. It was a matter of good timing. Eduardo at Melissa said he was in a shop in New York and my song was playing and then he got into his car and it was playing on the radio. It was like the music was chasing him down. Spooky.
PN: Do you think that the marriage of music and fashion is a natural one?
C: I think that my role in all this is more to do with the visual arts, not only fashion. Melissa as a company is heavily involved in the arts in Brazil and has their own gallery, which I’m going to be doing an installation at next month. It feels great to be following in the footsteps of people like Zaha Hadid and Vivienne Westwood who have also worked with Melissa. It’s great to see my artwork getting exposure on a larger scale, physically as well as in a publicity sense. It’s lovely to be connected with the fashion industry, although it’s not in a trends sense, I’m more into the art side of fashion.
PN: Tell us about the shoes and how they tie into your music.
C: Well I wrote a piece about imagined products for the universe that I created for the Las Venus album. We made “the blue shoe”, aka, ‘meu sapato azul’ like the song in the album – It’s one of the ‘Sonja products for a better life’ from the Las Venus Resort Palace Hotel Gift Shop. The product are ‘The Fuck-it Button’, ‘The Poetic License Card’, Fresh Eyes Eyedrops (to see the world with no emotional luggage or pre-conception), Anti-skeptic lotion and The Blue Shoe (which is the only product living in physicality). The idea is that the Melissa shoes are made from 100 percent sky, and when you put them on, you can automatically view the world and your life from a higher point.
PN: How does this tie into the Melissa Gallery work?
C: Well at the gallery I’m doing a series of infomercials/video installations for the retro-future for all the products. It’s great to see the album coming to life. It’s amazing that people can actually buy the shoes from a song that I wrote. The album was never just about the music. It was about taking people somewhere. A larger conceptual universe. It’s beyond perfect because I’m actually selling fictional products that wrote about on the album. My songs are becoming a physical reality and its wonderful to be able to hold in your hand something you wrote about.
PN: Will you cover your Selfridges gig for us?
C: Hell Yeah!
Fonte 1 e Fonte 2
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