Bom meninas, setembro tá chegando e eu acho que começo de mês é uma boa época para se testar ideias novas. Então acredito que a semana que vem será excelente para fazer a nossa primeira reunião do sindicato. Será aqui mesmo no blog com o tema [*insira tema aqui*]. =Þ Quem se interessar em presidir a segunda reunião, basta avisar para eu poder divulgar também.
E lembrem-se que o principal objetivo do nosso sindicato é conhecer as outras melisseiras de pés sofridos e bolsos apertados assim como nós! Então é o boca-a-boca que fará a diferença entre a ideia vingar ou não! =)
Unidas venceremos, companheiras! X)
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Capa da Plastic Dreams, loja nas Filipinas e mais
Quem será a musa estampando a capa da quarta versão da revista Plastic Dreams? Tcharammmmmmm! Nada menos do que Kate Perry!
E a Geléia, a nova e linda loja exclusiva de Melissas que foi aberta na capital das Filipinas?
Para ler essas e outras notícias inéditas sobre a nossa marca de sapatos preferida, não deixem de visitar o site do News Melissa! =)
E a Geléia, a nova e linda loja exclusiva de Melissas que foi aberta na capital das Filipinas?
Para ler essas e outras notícias inéditas sobre a nossa marca de sapatos preferida, não deixem de visitar o site do News Melissa! =)
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Plastic Shoes: The New Luxury?
Ui, doeu! Mas as perguntas são absolutamente pertinentes! O texto é de novembro de 2007.
Is the luxury market so over-saturated that designers are trying to make their products look cheap?
That’s the only explanation we can give to the designer shoes we’ve seen lately, all made from plastic. If Marc or Sigerson wants to make a rubber rain flat, that’s fine. But why on earth would you want to wear plastic heels with your holiday cocktail dress?
Pedro Garcia’s shoes are usually made of silk or leather in movie-star approved colors. But his new pair has a giant piece of plastic stretching across the foot, and they still cost $475. And Vogue’s gift list recommends a pair of Kate Spade plastic ballet flats, priced at $275 (more than Kate’s satin ones we’ve been admiring for a month).
This would be fine if plastic shoes were more comfortable. We bought jellies a couple summers ago, and wore them once, before they were relegated to the back of the closet while our blisters healed.
Secondly, plastic’s an inexpensive material – so why do shoes constructed out of it cost as much, if not more than, their leather counterparts?
Is the luxury market so desperately driven that the only way to look expensive now is to also look cheap? Guess we have Mary Kate to thank for this one.
Fonte
Is the luxury market so over-saturated that designers are trying to make their products look cheap?
That’s the only explanation we can give to the designer shoes we’ve seen lately, all made from plastic. If Marc or Sigerson wants to make a rubber rain flat, that’s fine. But why on earth would you want to wear plastic heels with your holiday cocktail dress?
Pedro Garcia’s shoes are usually made of silk or leather in movie-star approved colors. But his new pair has a giant piece of plastic stretching across the foot, and they still cost $475. And Vogue’s gift list recommends a pair of Kate Spade plastic ballet flats, priced at $275 (more than Kate’s satin ones we’ve been admiring for a month).
This would be fine if plastic shoes were more comfortable. We bought jellies a couple summers ago, and wore them once, before they were relegated to the back of the closet while our blisters healed.
Secondly, plastic’s an inexpensive material – so why do shoes constructed out of it cost as much, if not more than, their leather counterparts?
Is the luxury market so desperately driven that the only way to look expensive now is to also look cheap? Guess we have Mary Kate to thank for this one.
Fonte
Exposição de Vivienne Westwood na Selfridges
Saiu na Julia Petit, metade do mundo deve ter visto. Foi retweetado pela @sigamelissa, a outra metade do mundo deve ter visto. Por isso não postei aqui, apesar da notícia ter saído inúmeras vezes na mídia internacional. Pra não deixar de comentar o assunto, segue uma reportagem feita por quem já esteve na tal exposição em Londres. Nas poucas fotos dá para ver que a nova Temptation já deu as caras por lá! As fotos estão protegidas, então quem quiser ver precisa clicar aqui.
So, the heel amnesty subsided, and I’m back in the realms of constant burning soles. This unfathomable shoe love most definitely hurts.
The shoes I am most likely to suffer for are my incredibly beautiful gold elevated three strap Vivienne Westwood’s I bought on a particularly flush day 18 months ago. Since the seed of my burgeoning fashion love was sown, I have known and loved Vivienne Westwood, even basing and dedicating my Foundation Art theory paper to her design talent.
As it takes very little to get me over to Selfridges for a good tempt-fest, I was more than happy to walk .8 miles in 4inch heels (in the rain/Oxford St rush hour) yesterday afternoon to go and have a look at the newly launched Vivienne Westwood 1973-2010 shoe exhibition being held in the Ultralounge.
As I knew the exhibition was in conjunction with Melissa I was a little apprehensive that it might be a bit of a rubber fest (not that I don’t love the Vivienne Westwood X Melissa collaboration), but it definitely wasn’t. There was a functionally curated selection of shoes spanning over the last 37 years, including MAN shoes, some of the more obscure designs and a pair of the infamous mock-crock elevated courts that made Naomi topple over.
I left the exhibition feeling elated, inspired and grateful to live in a city where this type of cultural display is on offer for free!
The exhibition will be on display in the basement of Selfridges London until 22nd September.
Fonte
Mais algumas fotos, inclusive com Melissas em destaque, estão disponíveis aqui e aqui. Um vídeo com a tia Vivi em pessoa pode ser visto aqui.
So, the heel amnesty subsided, and I’m back in the realms of constant burning soles. This unfathomable shoe love most definitely hurts.
The shoes I am most likely to suffer for are my incredibly beautiful gold elevated three strap Vivienne Westwood’s I bought on a particularly flush day 18 months ago. Since the seed of my burgeoning fashion love was sown, I have known and loved Vivienne Westwood, even basing and dedicating my Foundation Art theory paper to her design talent.
As it takes very little to get me over to Selfridges for a good tempt-fest, I was more than happy to walk .8 miles in 4inch heels (in the rain/Oxford St rush hour) yesterday afternoon to go and have a look at the newly launched Vivienne Westwood 1973-2010 shoe exhibition being held in the Ultralounge.
As I knew the exhibition was in conjunction with Melissa I was a little apprehensive that it might be a bit of a rubber fest (not that I don’t love the Vivienne Westwood X Melissa collaboration), but it definitely wasn’t. There was a functionally curated selection of shoes spanning over the last 37 years, including MAN shoes, some of the more obscure designs and a pair of the infamous mock-crock elevated courts that made Naomi topple over.
I left the exhibition feeling elated, inspired and grateful to live in a city where this type of cultural display is on offer for free!
The exhibition will be on display in the basement of Selfridges London until 22nd September.
Fonte
Mais algumas fotos, inclusive com Melissas em destaque, estão disponíveis aqui e aqui. Um vídeo com a tia Vivi em pessoa pode ser visto aqui.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Sindicato das Melisseiras
Toda categoria que se preze tem um sindicato, né? E eu nunca vi categoria mais unida e mais sofrida do que a categoria das melisseiras! Então pensei em criar um Sindicato das Melisseiras, que acham? Seria só virtual e informal, claro, mas pelo menos teríamos um nome oficial dando mais credibilidade às nossas reivindicações, haha! Coisa profissa mesmo! =Þ Tipo assim: "Cara Melissa, nós do Sindicato das Melisseiras nos reunimos e estamos exigindo uma redução de 20% nos preços ou então entraremos em greve!" Huahuahua!!! Brincadeira, gente!
Na verdade eu acho que essa coisa toda de sindicato virtual pode ser bem interessante para a gente se conhecer melhor. Nós poderíamos fazer "reuniões" toda semana em um blog/twitter/flickr/orkut/facebook diferente, para discutir pautas diferentes. Seria nada mais nada menos do que um bate-papo das melisseiras usando como ferramenta os comentários, mas o interessante é que aconteceria toda semana num local diferente, assim teríamos a oportunidade de conhecer as "casas" virtuais das nossas colegas sofredoras.
Por exemplo: poderia ser aqui no blog mesmo a primeira reunião do sindicato. Eu pensaria num tópico para a gente discutir (vale qualquer coisa sobre Melissas: uma dúvida, uma opinião sobre um modelo, um look, etc.), faria um post sobre isso e vocês comentariam a respeito. Aí a próxima interessada em "presidir" a reunião teria de entrar em contato comigo informando qual seria o assunto da vez e o local do encontro, que pode ser qualquer site que permita comentários: blog, twitter, flickr, orkut, facebook, etc. Eu então avisaria aqui no blog dando o link para a página. Essa melisseira faria o mesmo com a próxima, divulgando o link em seu site, e assim sucessivamente. Dessa forma uma geraria visitas para o site da outra e todas teríamos a oportunidade de visitar uma "casa" diferente a cada semana para conhecer novas melisseiras. Que acham da ideia?
Na verdade eu acho que essa coisa toda de sindicato virtual pode ser bem interessante para a gente se conhecer melhor. Nós poderíamos fazer "reuniões" toda semana em um blog/twitter/flickr/orkut/facebook diferente, para discutir pautas diferentes. Seria nada mais nada menos do que um bate-papo das melisseiras usando como ferramenta os comentários, mas o interessante é que aconteceria toda semana num local diferente, assim teríamos a oportunidade de conhecer as "casas" virtuais das nossas colegas sofredoras.
Por exemplo: poderia ser aqui no blog mesmo a primeira reunião do sindicato. Eu pensaria num tópico para a gente discutir (vale qualquer coisa sobre Melissas: uma dúvida, uma opinião sobre um modelo, um look, etc.), faria um post sobre isso e vocês comentariam a respeito. Aí a próxima interessada em "presidir" a reunião teria de entrar em contato comigo informando qual seria o assunto da vez e o local do encontro, que pode ser qualquer site que permita comentários: blog, twitter, flickr, orkut, facebook, etc. Eu então avisaria aqui no blog dando o link para a página. Essa melisseira faria o mesmo com a próxima, divulgando o link em seu site, e assim sucessivamente. Dessa forma uma geraria visitas para o site da outra e todas teríamos a oportunidade de visitar uma "casa" diferente a cada semana para conhecer novas melisseiras. Que acham da ideia?
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Os M:Zero estão chegando
Aqui e acolá estão aparecendo lojas que começaram a vender os M:Zero. Pelo site oficial da marca no Brasil já é possível comprar o modelo I, que está custando R$ 120,00. Aqui nos EUA eles podem ser encontrados a 130 dólares na Alter e na Edge of Urge (que também vende Melissas). Segue abaixo um texto escrito por quem comprou o modelo I.
After nearly 6 months of teasing and waiting, the M:ZERO is released. The modern, molded, recycled plastic shoe for men. From the original jelly shoe maker, Melissa. (UGH! Remember the ’80s?) Yes, Melissa, a company out of Brazil that has hooked up with some of the most amazing icons of eccentric design, such as Vivianne Westwood and John Paul Gaultier, to put out some pretty awesome jelly shoes. Seriously.
And M:ZERO is a totally cool men’s line. Right now, there are two shoe styles on the market. A totally bougie driving moc slip on, in a variety of colors. Now, I think that this shoe may be the future boat shoe. As in, the totally cheesy shoe of conformity and middle class identification, that somehow winds up in the more fashion forward crowd. “Hipsters” they have been called. For better or for worse. At least the mocs are cooler than boat shoes. And they’re slip ons!
Ok. Back on topic. I picked up the oxford style. This is a cool piece. It looks like 1 solid piece of molded plastic. There is no definition between the shoe and the sole, creating a very cool streamline profile. The shoes feel like a dream. Lightweight, comfortable, and durable. This oxford reminds me of Alexander McQueen’s Samsonite Black Label bags line, particularly his molded skeleton suitcases because these shoes have a molded wing-tip pattern. Granted, not as cool-y creepy as the skeleton case. You know… I think M:ZERO needs to consider a molded foot skeleton shoe! Awesome.
(...)
Fonte
After nearly 6 months of teasing and waiting, the M:ZERO is released. The modern, molded, recycled plastic shoe for men. From the original jelly shoe maker, Melissa. (UGH! Remember the ’80s?) Yes, Melissa, a company out of Brazil that has hooked up with some of the most amazing icons of eccentric design, such as Vivianne Westwood and John Paul Gaultier, to put out some pretty awesome jelly shoes. Seriously.
And M:ZERO is a totally cool men’s line. Right now, there are two shoe styles on the market. A totally bougie driving moc slip on, in a variety of colors. Now, I think that this shoe may be the future boat shoe. As in, the totally cheesy shoe of conformity and middle class identification, that somehow winds up in the more fashion forward crowd. “Hipsters” they have been called. For better or for worse. At least the mocs are cooler than boat shoes. And they’re slip ons!
Ok. Back on topic. I picked up the oxford style. This is a cool piece. It looks like 1 solid piece of molded plastic. There is no definition between the shoe and the sole, creating a very cool streamline profile. The shoes feel like a dream. Lightweight, comfortable, and durable. This oxford reminds me of Alexander McQueen’s Samsonite Black Label bags line, particularly his molded skeleton suitcases because these shoes have a molded wing-tip pattern. Granted, not as cool-y creepy as the skeleton case. You know… I think M:ZERO needs to consider a molded foot skeleton shoe! Awesome.
(...)
Fonte
sábado, 14 de agosto de 2010
Promoção na Gilt Groupe
Quem quer gastar ainda mais dinheiro com Melissas? Começou há menos de 1 hora uma nova promoção na Gilt, RECHEADA de modelos com precinhos camaradas. Para ver o que tem disponível no site é preciso cadastro, então cliquem aqui! Aviso que tem LD Ball, Neon, Night Lorenzo Merlino, Sweet Lips...
Akira Chicago Opens a Melissa Pop-Up
A Akira Chicago já vende Melissas, então não entendi muito bem a finalidade desse pop-up... Mas taí a notícia!
According to the official @MelissaShoes twitter, the footwear-only Akira location in Chicago's Loop, on South State Street, will be overdosing on the jelly shoes via a pop-up shop.
Melissa, a Brazilian brand that creates only fashionable shoes of a hypo-allergenic plastic infused with a slight bubble gum scent, can be tricky to find. Akira will carry their usual line supplemented by the more daring Vivienne Westwood for Melissa shoes and the popular Campana Brothers flats. Find them at 122 S. State Street until the end of the summer.
Fonte
According to the official @MelissaShoes twitter, the footwear-only Akira location in Chicago's Loop, on South State Street, will be overdosing on the jelly shoes via a pop-up shop.
Melissa, a Brazilian brand that creates only fashionable shoes of a hypo-allergenic plastic infused with a slight bubble gum scent, can be tricky to find. Akira will carry their usual line supplemented by the more daring Vivienne Westwood for Melissa shoes and the popular Campana Brothers flats. Find them at 122 S. State Street until the end of the summer.
Fonte
Receita líquida da Grendene cresce 13,3% no 1º semestre
Vejam só como a gente tá dando lucro pra eles! E o aumento absurdo nos preços? Usando as palavras do próprio diretor de Relações com Investidores da Grendene, foi um "aumento robusto nos preços". Tá bom ou querem mais?
A fabricante das sandálias Melissa, a Grendene, anunciou nesta sexta-feira (13) o registro de crescimento de 13,3% no primeiro semestre de 2010 em relação ao igual período de 2009 (de R$ 600,3 milhões para R$ 680 milhões). Conforme os dados divulgados pela assessoria de imprensa da marca, o volume de vendas, considerando os mesmos períodos, apresentou aumento de 16,5%, totalizando 79,1 milhões de pares comercializados.
No mercado interno, o crescimento em volume de pares foi de 8,4%, enquanto que as exportações aumentaram 31,5% ante 2009. No mercado externo, a companhia responde por 40% dos calçados brasileiros vendidos ao exterior. No ano passado, essa participação era de 36,3%.
Os preços no mercado interno cresceram 14,9% e os preços em dólares nas exportações 12,6% quando comparado ao mesmo período de 2009. A taxa de câmbio manteve-se desfavorável às exportações, o que resultou na queda de 2,8% no preço médio das exportações quando convertido para reais.
“Essa queda de volume no trimestre, que tradicionalmente é o de menor demanda diante do aumento robusto nos preços, era esperada. A surpresa positiva foi o forte crescimento de exportações mesmo com os preços em dólares mais elevados”, afirma Francisco Schmitt, diretor de Relações com Investidores da Grendene.
“A Grendene está pronta para o crescimento e confiante no cumprimento das metas que tem divulgado. Para os próximos cinco anos, considerando uma taxa média composta, temos a expectativa de obter um crescimento da receita bruta entre 8% e 12% e no lucro líquido entre 12% e 15%. Para atingir estas metas, manteremos o foco e as estratégias em resultados que devem ser conquistados à longo prazo”, projeta Schmitt.
Outra novidade é o fato de que a Melissa é o mais novo membro da Council of Fashion Designers of America (CFDA), o importante conselho de moda dos Estados Unidos presidido pela estilista Diane Von Furstenberg. A Grendene, por meio da marca é uma das poucas empresas brasileiras a fazer parte do grupo.
Fonte
A fabricante das sandálias Melissa, a Grendene, anunciou nesta sexta-feira (13) o registro de crescimento de 13,3% no primeiro semestre de 2010 em relação ao igual período de 2009 (de R$ 600,3 milhões para R$ 680 milhões). Conforme os dados divulgados pela assessoria de imprensa da marca, o volume de vendas, considerando os mesmos períodos, apresentou aumento de 16,5%, totalizando 79,1 milhões de pares comercializados.
No mercado interno, o crescimento em volume de pares foi de 8,4%, enquanto que as exportações aumentaram 31,5% ante 2009. No mercado externo, a companhia responde por 40% dos calçados brasileiros vendidos ao exterior. No ano passado, essa participação era de 36,3%.
Os preços no mercado interno cresceram 14,9% e os preços em dólares nas exportações 12,6% quando comparado ao mesmo período de 2009. A taxa de câmbio manteve-se desfavorável às exportações, o que resultou na queda de 2,8% no preço médio das exportações quando convertido para reais.
“Essa queda de volume no trimestre, que tradicionalmente é o de menor demanda diante do aumento robusto nos preços, era esperada. A surpresa positiva foi o forte crescimento de exportações mesmo com os preços em dólares mais elevados”, afirma Francisco Schmitt, diretor de Relações com Investidores da Grendene.
“A Grendene está pronta para o crescimento e confiante no cumprimento das metas que tem divulgado. Para os próximos cinco anos, considerando uma taxa média composta, temos a expectativa de obter um crescimento da receita bruta entre 8% e 12% e no lucro líquido entre 12% e 15%. Para atingir estas metas, manteremos o foco e as estratégias em resultados que devem ser conquistados à longo prazo”, projeta Schmitt.
Outra novidade é o fato de que a Melissa é o mais novo membro da Council of Fashion Designers of America (CFDA), o importante conselho de moda dos Estados Unidos presidido pela estilista Diane Von Furstenberg. A Grendene, por meio da marca é uma das poucas empresas brasileiras a fazer parte do grupo.
Fonte
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ross Lovegrove - novo parceiro da Melissa
Em breve teremos outro britânico desenhando modelos para os nossos amados sapatinhos de plástico! Conheçam um pouco mais sobre Ross Lovegrove numa entrevista que ele deu para o Estadão:
O britânico Ross Lovegrove começa a desvendar o Brasil e diz que sonha em trabalhar por aqui.
Muito antes de sustentabilidade virar moda, ele já defendia um "design sem gordura", criando projetos de um radical "essencialismo estético", que se ocupa somente do essencial. Baseado em Londres, mas permanentemente em trânsito - "é no espaço aéreo que tenho as melhores ideias" -, o britânico Ross Lovegrove aterrissou, em julho, no Brasil.
Convidado do programa Casa Cor Stars - evento patrocinado pela mostra de decoração que se propõe a trazer grandes nomes do design -, ele proferiu palestra em São Paulo, descansou em Ilhabela e se encontrou com arquitetos cariocas, como Pedro Paranaguá e Guto Indio da Costa.
Fascinado pelo país que ele diz apenas agora começar a desvendar, Lovegrove quer incluir o Brasil em seu roteiro de viagens frequentes. Na agenda, o lançamento de um calçado exclusivo para a Melissa. Nos planos, o sonho de trabalhar como designer ou arquiteto por aqui.
"O Brasil sempre foi referência em termos de arquitetura, via Oscar Niemeyer, e, mais recentemente, de design, pelo trabalho dos irmãos Campana. Porém, a sensualidade que emana das coisas e das pessoas por aqui apenas agora me foi revelada", conta Lovegrove.
Nascido em 1958, em Penarth, no País de Gales, Lovegrove estudou Desenho Industrial na Escola Politécnica de Manchester, hoje Universidade Metropolitana. Em 1980, transferiu-se para Londres, onde concluiu os estudos no Royal College of Art. Datam dessa década seus celebrados projetos de um dos primeiros modelos de walkman, para a Sony, e do computador portátil para a Apple.
Vencedor de diversos prêmios internacionais, seu trabalho, de forte teor conceitual, figura no acervo de museus como o MoMA, de Nova York, o Centro Georges Pompidou, de Paris, e o Museu do Design, em Londres. Desde o fim dos anos 1980, ele trabalha para grandes editoras italianas de mobiliário, como Kartell, Moroso e Driade.
O estúdio do designer, nos subterrâneos de um sobrado no bairro de Notting Hill, em Londres, é o melhor retrato de seu universo. Ali estão a escada em forma de DNA, uma bicicleta de bambu e as luminárias criadas para a Yamagiwa e a Artemide. "Para saber onde ir é preciso saber de onde se veio", diz Lovegrove, deixando claro seu desejo de, para sempre, trabalhar na companhia de seus projetos. Leia, a seguir, a entrevista exclusiva de Ross Lovegrove para o Casa.
De onde partiu seu interesse pelo design?
Acredito que minha primeira ligação com o design se deu na cozinha. Quando era adolescente, frequentei uma escola de culinária e sempre fui fascinado pela possibilidade de transformar algo líquido em sólido e vice-versa. Continuo achando a cozinha um imenso laboratório e sempre que posso me arrisco por lá. Não sei se com muita competência.
O que o trouxe ao Brasil?
Já estive aqui uma vez. Conheci Salvador e, durante muito tempo, a cidade foi minha única referência do País. Nos últimos tempos - e não estou sozinho -, meu interesse pelo Brasil tem aumentado. Já tinha ouvido falar muito de São Paulo e do Rio e senti que as cidades, juntas, poderiam me oferecer uma visão mais apurada daqui. Além disso, vinha sendo sondado pela Melissa para projetar um calçado para a empresa. Por fim, achei que já era tempo de ter um contato mais estreito com os profissionais brasileiros e aceitei o convite da Casa Cor.
Quais são as suas referências mais próximas do País?
Tenho muitos amigos brasileiros em Londres, gosto da música, da sensualidade que emana do povo. Além disso, nas minhas viagens, me encontro com frequência com Fernando e Humberto Campana, que, na minha opinião, são os designers que melhor conseguem expressar toda a complexidade brasileira. Para além deles, Niemeyer é uma referência eterna. Mesmo sem nunca termos nos encontrado, sinto uma afinidade enorme com ele. Vou tentar conhecê-lo no Rio, mas, se não for possível, vou aceitar: ele tem todo o direito a seu descanso e privacidade.
Muitos críticos têm apontado seu conceito de "essencialismo orgânico" como a própria linguagem estética do século 21. Você concorda com esse ponto de vista?
Considero prematuro falar em linguagem do século 21. Mas, evidentemente, acho que meu trabalho tem elementos que estão em sintonia com as grandes questões atuais, como a noção da ecologia e da sustentabilidade. Quanto à minha opção pelo desenho orgânico, não se trata de uma questão estética, mas, antes de mais nada, de uma atitude de extrema racionalidade. Na natureza todos os problemas estão resolvidos. Todas as estruturas estão em prefeito funcionamento. Isso é o que ela ensina e é assim que eu desenho. A noção de essencialismo orgânico, em resumo, é economizar de forma inteligente, com base no que você realmente precisa. Nada mais.
Como os conceitos do essencialismo orgânico se aplicam à criação de seus produtos?
Vamos tomar por base a concepção da cadeira Supernatural, que desenvolvi para a Moroso em 2004. Da parte dos produtores, a ideia era construir a cadeira plástica mais leve e resistente do mercado. Eu me ative à resistência do plástico e às áreas de solicitação do corpo quando sentado. De posse desses dados, passei a eliminar o material das áreas onde não era necessário, ao mesmo tempo que procurei reforçar o contorno de outras. O resultado final remete a um formato facilmente associado a estruturas naturais. Mas foi esse mesmo meu maior objetivo durante a criação? Devo confessar que não.
Você se define como um desenhista industrial, mas seu trabalho frequentemente flerta com o universo da arquitetura. Você percebe diferenças fundamentais entre as duas disciplinas ou as considera convergentes?
Sou muito interessado em arquitetura. E, de maneira geral, sinto-me muito bem recebido pelos profissionais do meio. Aprecio muito o trabalho de arquitetos como Zaha Hadid, Norman Foster, Niemeyer e Kazuyo Sejima e percebo que partilho da complexidade de suas questões, mesmo me ocupando da criação de objetos. Mas, convenhamos, desenhar um frasco de perfume não é a mesma coisa que projetar uma casa ou um edifício. Na arquitetura, o elemento humano é preponderante e, como tal, deve ser o objetivo último de qualquer projeto.
E o Ross artista? Produtor de peças únicas, ou em edição limitada, onde entra nessa equação?
Primeiro, gostaria de dizer que todos os objetos que crio, sem distinção de escala, fazem parte do meu repertório criativo, do meu imaginário. Ocorre que na produção de edições limitadas você tem a oportunidade de expandir os limites do objeto, falar de suas pesquisas. De coisas ainda não absorvidas pelo mercado. Nesses objetos, portanto, não me imponho regras. Procuro apenas seguir meus impulsos e observar como os materiais reagem a eles.
Se você tivesse que escolher um projeto para executar no Brasil, qual seria?
Definitivamente uma obra de arquitetura, o que também envolveria os interiores. A luz e a natureza do Brasil me inspiram muito. Mas, por enquanto, se trata apenas de um sonho. O máximo que posso fazer é colar a imagem de minha Cápsula Alpina ao lado do museu projetado por Niemeyer. Será que ele gostaria da ideia?
Fonte
O britânico Ross Lovegrove começa a desvendar o Brasil e diz que sonha em trabalhar por aqui.
Muito antes de sustentabilidade virar moda, ele já defendia um "design sem gordura", criando projetos de um radical "essencialismo estético", que se ocupa somente do essencial. Baseado em Londres, mas permanentemente em trânsito - "é no espaço aéreo que tenho as melhores ideias" -, o britânico Ross Lovegrove aterrissou, em julho, no Brasil.
Convidado do programa Casa Cor Stars - evento patrocinado pela mostra de decoração que se propõe a trazer grandes nomes do design -, ele proferiu palestra em São Paulo, descansou em Ilhabela e se encontrou com arquitetos cariocas, como Pedro Paranaguá e Guto Indio da Costa.
Fascinado pelo país que ele diz apenas agora começar a desvendar, Lovegrove quer incluir o Brasil em seu roteiro de viagens frequentes. Na agenda, o lançamento de um calçado exclusivo para a Melissa. Nos planos, o sonho de trabalhar como designer ou arquiteto por aqui.
"O Brasil sempre foi referência em termos de arquitetura, via Oscar Niemeyer, e, mais recentemente, de design, pelo trabalho dos irmãos Campana. Porém, a sensualidade que emana das coisas e das pessoas por aqui apenas agora me foi revelada", conta Lovegrove.
Nascido em 1958, em Penarth, no País de Gales, Lovegrove estudou Desenho Industrial na Escola Politécnica de Manchester, hoje Universidade Metropolitana. Em 1980, transferiu-se para Londres, onde concluiu os estudos no Royal College of Art. Datam dessa década seus celebrados projetos de um dos primeiros modelos de walkman, para a Sony, e do computador portátil para a Apple.
Vencedor de diversos prêmios internacionais, seu trabalho, de forte teor conceitual, figura no acervo de museus como o MoMA, de Nova York, o Centro Georges Pompidou, de Paris, e o Museu do Design, em Londres. Desde o fim dos anos 1980, ele trabalha para grandes editoras italianas de mobiliário, como Kartell, Moroso e Driade.
O estúdio do designer, nos subterrâneos de um sobrado no bairro de Notting Hill, em Londres, é o melhor retrato de seu universo. Ali estão a escada em forma de DNA, uma bicicleta de bambu e as luminárias criadas para a Yamagiwa e a Artemide. "Para saber onde ir é preciso saber de onde se veio", diz Lovegrove, deixando claro seu desejo de, para sempre, trabalhar na companhia de seus projetos. Leia, a seguir, a entrevista exclusiva de Ross Lovegrove para o Casa.
De onde partiu seu interesse pelo design?
Acredito que minha primeira ligação com o design se deu na cozinha. Quando era adolescente, frequentei uma escola de culinária e sempre fui fascinado pela possibilidade de transformar algo líquido em sólido e vice-versa. Continuo achando a cozinha um imenso laboratório e sempre que posso me arrisco por lá. Não sei se com muita competência.
O que o trouxe ao Brasil?
Já estive aqui uma vez. Conheci Salvador e, durante muito tempo, a cidade foi minha única referência do País. Nos últimos tempos - e não estou sozinho -, meu interesse pelo Brasil tem aumentado. Já tinha ouvido falar muito de São Paulo e do Rio e senti que as cidades, juntas, poderiam me oferecer uma visão mais apurada daqui. Além disso, vinha sendo sondado pela Melissa para projetar um calçado para a empresa. Por fim, achei que já era tempo de ter um contato mais estreito com os profissionais brasileiros e aceitei o convite da Casa Cor.
Quais são as suas referências mais próximas do País?
Tenho muitos amigos brasileiros em Londres, gosto da música, da sensualidade que emana do povo. Além disso, nas minhas viagens, me encontro com frequência com Fernando e Humberto Campana, que, na minha opinião, são os designers que melhor conseguem expressar toda a complexidade brasileira. Para além deles, Niemeyer é uma referência eterna. Mesmo sem nunca termos nos encontrado, sinto uma afinidade enorme com ele. Vou tentar conhecê-lo no Rio, mas, se não for possível, vou aceitar: ele tem todo o direito a seu descanso e privacidade.
Muitos críticos têm apontado seu conceito de "essencialismo orgânico" como a própria linguagem estética do século 21. Você concorda com esse ponto de vista?
Considero prematuro falar em linguagem do século 21. Mas, evidentemente, acho que meu trabalho tem elementos que estão em sintonia com as grandes questões atuais, como a noção da ecologia e da sustentabilidade. Quanto à minha opção pelo desenho orgânico, não se trata de uma questão estética, mas, antes de mais nada, de uma atitude de extrema racionalidade. Na natureza todos os problemas estão resolvidos. Todas as estruturas estão em prefeito funcionamento. Isso é o que ela ensina e é assim que eu desenho. A noção de essencialismo orgânico, em resumo, é economizar de forma inteligente, com base no que você realmente precisa. Nada mais.
Como os conceitos do essencialismo orgânico se aplicam à criação de seus produtos?
Vamos tomar por base a concepção da cadeira Supernatural, que desenvolvi para a Moroso em 2004. Da parte dos produtores, a ideia era construir a cadeira plástica mais leve e resistente do mercado. Eu me ative à resistência do plástico e às áreas de solicitação do corpo quando sentado. De posse desses dados, passei a eliminar o material das áreas onde não era necessário, ao mesmo tempo que procurei reforçar o contorno de outras. O resultado final remete a um formato facilmente associado a estruturas naturais. Mas foi esse mesmo meu maior objetivo durante a criação? Devo confessar que não.
Você se define como um desenhista industrial, mas seu trabalho frequentemente flerta com o universo da arquitetura. Você percebe diferenças fundamentais entre as duas disciplinas ou as considera convergentes?
Sou muito interessado em arquitetura. E, de maneira geral, sinto-me muito bem recebido pelos profissionais do meio. Aprecio muito o trabalho de arquitetos como Zaha Hadid, Norman Foster, Niemeyer e Kazuyo Sejima e percebo que partilho da complexidade de suas questões, mesmo me ocupando da criação de objetos. Mas, convenhamos, desenhar um frasco de perfume não é a mesma coisa que projetar uma casa ou um edifício. Na arquitetura, o elemento humano é preponderante e, como tal, deve ser o objetivo último de qualquer projeto.
E o Ross artista? Produtor de peças únicas, ou em edição limitada, onde entra nessa equação?
Primeiro, gostaria de dizer que todos os objetos que crio, sem distinção de escala, fazem parte do meu repertório criativo, do meu imaginário. Ocorre que na produção de edições limitadas você tem a oportunidade de expandir os limites do objeto, falar de suas pesquisas. De coisas ainda não absorvidas pelo mercado. Nesses objetos, portanto, não me imponho regras. Procuro apenas seguir meus impulsos e observar como os materiais reagem a eles.
Se você tivesse que escolher um projeto para executar no Brasil, qual seria?
Definitivamente uma obra de arquitetura, o que também envolveria os interiores. A luz e a natureza do Brasil me inspiram muito. Mas, por enquanto, se trata apenas de um sonho. O máximo que posso fazer é colar a imagem de minha Cápsula Alpina ao lado do museu projetado por Niemeyer. Será que ele gostaria da ideia?
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Mel - a nova marca da Grendene
Choquem comigo meninas: a Grendene lançou uma nova marca aqui nos EUA chamada Mel. Adivinhem só o que a Mel vai vender? Os mesmos produtos da Melissa, só que mais baratos! Aí vocês falam: ah, mas essa Mel é a Grendha da gringa! E eu respondo: não é não! Aqui na gringa já tem a Grendha.
A Mel é uma marca nova e ela vai vender exatamente o que eu falei aí em cima: os mesmíssimos produtos da Melissa só que mais baratos. Duvidam? Pois bem, pasmem, mas alguns modelos da coleção Amazonista já vêm pra cá como Mel. Na foto acima temos a Seduce, a Lua, a Cute e a Jambo, todas com a marca Mel.
Os trechos relevantes da matéria original seguem abaixo:
UPDATE 12/08/10: Em resposta a essa bomba da nova marca, a Melissa mandou a seguinte mensagem:
UPDATE 14/08/10: Ontem a Melissa mandou mais um e-mail, falando basicamente o que eu já tinha dito nos comentários. Então resolvi postar os meus comentários e em seguida o e-mail da Melissa.
Comentários que eu postei em 12/08/10:
E-mail da Melissa recebido em 13/08/10:
A penúltima frase do e-mail da Melissa lhes pareceu familiar? Haha!
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A Mel é uma marca nova e ela vai vender exatamente o que eu falei aí em cima: os mesmíssimos produtos da Melissa só que mais baratos. Duvidam? Pois bem, pasmem, mas alguns modelos da coleção Amazonista já vêm pra cá como Mel. Na foto acima temos a Seduce, a Lua, a Cute e a Jambo, todas com a marca Mel.
Cliquem na foto da Seduce para ampliar e ver a nova logo estampada na palmilha!
A Mermaid também vem como Mel!
Qual será o nome dessa? Parece uma Leslie com o laço da Jambo e tem cara daquelas sapatilhas da Sandy... UPDATE 10/08/10: A querida Tamy me avisou que essa sapatilha no Brasil é vendida como Zaxy!
Os trechos relevantes da matéria original seguem abaixo:
The Intermezzo and FFaNY trade shows were in NYC this week, debuting the best in women’s contemporary holiday 2010/spring 2011 apparel collections and footwear. Peep highlights from Intermezzo, below, including a special DC Comics x nOir jewelry collection, adorable plastic shoes by Melissa and much more.
(...)
Recently, the designer launched Mel, which feature Melissa’s fun designs and fantastic quality, but at a lower price point. The plastic in all Mel and Melissa shoes is made of 99.99% recycled-waste materials. While it may sound uncomfortable to rock plastic shoes, they’re actually made with breathable, super comfortable interiors.
(...)
UPDATE 12/08/10: Em resposta a essa bomba da nova marca, a Melissa mandou a seguinte mensagem:
Oi Meninas!
Estou entrando em contato para dar maiores informações sobre a linha Mel.
Se trata de uma linha de produtos mais básicos da Melissa que no exterior terão estratégia de distribuição diferenciada, será vendida em outros pontos de venda que não vendem Melissa. Os produtos da linha Mel custarão o equivalente a linha Melissa em reais.
Fico a disposição de vocês se desejarem mais informações.
Bjs!
Carol Kubbe
UPDATE 14/08/10: Ontem a Melissa mandou mais um e-mail, falando basicamente o que eu já tinha dito nos comentários. Então resolvi postar os meus comentários e em seguida o e-mail da Melissa.
Comentários que eu postei em 12/08/10:
- Eu também estou super curiosa pra saber o preço. A Melissa fatura ALTO aqui no exterior, os produtos são realmente bem mais caros. Mas sabe o que é o pior de tudo? Com exceção das Mini Melissas, a galera por aqui acha os preços dos demais modelos SUUUUUPER em conta!!! Daí o principal motivo de eu não entender essa estratégia da nova marca. Para nós brasileiras que achamos os preços absurdos, a Grendene só aumenta. Para as gringas que pagam 150 dólares achando uma pechincha, eles inventam de baixar!
- A Mel não vai custar mais barato do que uma Melissa no Brasil. Ela vai custar mais barato do que uma Melissa aqui nos EUA. De forma geral, uma Melissa que custa 150 reais no Brasil custa 150 dólares aqui.
E-mail da Melissa recebido em 13/08/10:
Meninas,
Acho que muitas Melisseiras estão entendendo errado o posicionamento da linha Mel. Quando foi informado que a linha Mel irá custar mais barato do que a Melissa, estamos nos referindo ao valor cobrado pela Melissa no exterior, que é mais alto do que no Brasil. Então concluindo, a Mel vai custar mais barato do que uma Melissa no exterior.
De forma geral, uma Melissa que custa 150 reais no Brasil custa 150 dólares no exterior.
Fico a disposição de vocês se surgirem novas dúvidas. Ok?
Bjs!
Carol Kubbe
A penúltima frase do e-mail da Melissa lhes pareceu familiar? Haha!
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
Coleção nova, site novo
A Melissa lançou um site totalmente novo em homenagem à coleção Amazonista, mas na minha opinião ficou bem exagerado... Tá até bonito e talz, mas tem muita cor, muita informação, muito tudo... É uma poluição visual danada... Mas pelo menos de duas coisas eu gostei bastaaaante: eles tiraram o som (ainda beeeeeeeeeeem) e disponibilizaram papéis de parede (coisa que eu amoooo) com as campanhas da marca! Ownnnnnnnnn, tão lindos! ^_^
O site nacional e o internacional (Melissa Plastic Dreams) agora são um só, mudando apenas o idioma. Mas não foram só esses sites da Melissa que mudaram radicalmente não! A Melissa Austrália também deu uma repaginada geral no site e ficou lindo! Eu amo preto e adorei essas gotinhas de "tinta" escorrendo pela tela! =Þ Lá eles também irão vender os M:Zero! E um detalhe interessante: além de Melissas e M:Zeros a Melissa Austrália agora vai comercializar bolsas e jóias!
O site nacional e o internacional (Melissa Plastic Dreams) agora são um só, mudando apenas o idioma. Mas não foram só esses sites da Melissa que mudaram radicalmente não! A Melissa Austrália também deu uma repaginada geral no site e ficou lindo! Eu amo preto e adorei essas gotinhas de "tinta" escorrendo pela tela! =Þ Lá eles também irão vender os M:Zero! E um detalhe interessante: além de Melissas e M:Zeros a Melissa Austrália agora vai comercializar bolsas e jóias!
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